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Sunday, 4 March 2012

Por modéstia

Peça de Pedro Brício com videoprojeções mapeadas sobre o cenário.
Em cartaz no Centro Cultural Correios
Até 15 abr 2012
dom, qui, sex e sáb 19:00
R$ 20.00

Friday, 17 February 2012

Colégio Estadual José Leite Lopes

Os doze trabalhos de Hércules III

Oficina Integrada 3a. série NAVE

Tá tudo bem no arte.mov


Os doze trabalhos de Hércules I

Preparando a volta do Tá tudo bem ao Rio de Janeiro.
Desta vez a caixa preta será remontada em um nicho na galeria do Parque das Ruínas, reduzindo as metragem e pedindo uma lente de projetor wider...


Sunday, 25 December 2011

Arremate

O Edital mais interessante dos últimos tempos: Nuvem em Mauá.
Imperdjével! Inscrições para artistas residentes só até 02/01/12

Friday, 25 November 2011

Tá tudo bem



#1
Câmara escura, madeira e brim, 3m x 5m x3m, projeção, sistema de videotracking, banco de imagens (45 min.)

No interior da Caixa, quando não há ninguém, uma cena acontece. Mas se o sistema detecta a presença de alguém no corredor de acesso, a cena se altera.

Caso seja possível entrar sem se fazer notar a cena continuará a mesma?

Visitação
Foyer do Teatro Glauce Rocha, 25 a 30/11
15h às 21h

Monday, 17 October 2011

Gentil lá

Este ano o Festival de Curtas do Rio de Janeiro, Curta Cinema, em curadoria conjunta com a Galeria A Gentil Carioca, apresenta uma nova programação, que reúne obras que transitam entre o cinema e as artes visuais. A cada noite trabalhos diferentes serão projetados na empena cega do prédio vizinho à Galeria, e durante o período do Festival o interior da Gentil lá será ocupado por imagens distribuídas entre 06 monitores e uma projeção.

Programação

Exibição interna

Todos os dias, das 14h às 22h

Andrei Müller, Zarthus - TV 42”
Gabi Gusmão, Actinote Surima - TV 42”
Pontogor, Massacre 106 - TV 42”
José Bento, Mona – DVD portátil (banheiro)
Evandro Machado, Desmaterial - TV 42”
Botner & Pedro (com desenhos de Laura Lima), Mel - TV 42”
Elisa Pessoa, Morto Vivo e Sótão - Projeção

Exibição externa

Todos os dias, segundo a programação abaixo, a partir das 20h30min

28/10 Cópia / Colares, Marcos Chaves
29/10 Sessão Experimenta 1 – Curta-Gentil
30/10 Derrube e Movimentos Detenidos, Celina Portella
31/10 O Deus no Arroz Doce, Enrique Diaz
01/11 Provisional Heritage, Matheus Rocha Pitta
02/11 Ah Se Tudo Fosse Sempre Assim e Sertão de Acrílico Azul Piscina, Marcelo Gomes e Karim Aïnouz
03/11 Mais Dois, Kátia Maciel e André Parente
04/11 Ali É Um Lugar que Não Conheço; Aqui de Novo; e Desvios Derivas Contornos, Lucas Bambozzi
05/11 CZI (Corpo Zona de Intervenção), Bruno Vianna e Cinthia Mendonça
06/11 Da Janela do Meu Quarto, Cao Guimarães
06/11 0667, Marcellvs L.

Palestras
Em dois dias da mostra, a partir das 19h

02/11 – Cezar Migliorin
03/11 – Kátia Máciel e André Parente

Sunday, 15 May 2011

Outros cinemas: instalação, performance, intervenção


Oficina prática e teórica que propõe o cruzamento entre linguagens, explorando novas formas e arquiteturas para o audiovisual

A partir da análise de uma seleção de trabalhos de cineastas e artistas contemporâneos o curso apresenta uma nova abordagem para a experiência audiovisual além do dispositivo clássico da sala escura de projeção.
Ao longo do curso o grupo será orientado no desenvolvimento de criações próprias, que respondam aos conceitos levantados e interpretem ferramentas como vídeo instalação, performance e intervenção, explorando formas pictóricas e escultóricas que colocam em cena o próprio cinema.

08 encontros – 1 vez por semana às 4a.s feiras - informações - http://www.escoladarcyribeiro.org.br/




Ementa

18/05 – 1. Introdução. Apresentação da proposta do curso. Exibição de trabalhos de diferentes períodos da historia do cinema e das artes visuais que contribuem para a reflexão sobre o cruzamento entre os campos da produção de imagens na instalação, na performance e na intervenção.
1.1. A dimensão arquitetural do cinema e o aspecto escultural da luz: projeção, tela, monitor.
1.2. O lugar do espectador, o espaço de projeção e o suporte de projeção.
1.3. A performatividade do ato cinematográfico: o filme como acontecimento.
1.4. O filme fora da tela: o cinema como ato social e político.

25/05 – 2. Poéticas do espaço Experimentando a arquitetura da projeção – o filme-objeto e a materialidade do suporte. Mudanças na percepção do espaço a partir da relação com filmes/vídeos. Circuito de vídeo e espacialização do olhar. (Chris Marker, Agnes Varga, Douglas Gordon, Dan Graham, Bil Viola, Bruce Nauman etc)

01/06 – 3. Corpo e presença Performance e cinema: construção do filme a partir da presença do espectador-ator-autor : embaralhamento e troca de papeis. Estudos do corpo. Cinema e cena: dança, teatro. Riscos do acaso. (Neville de Almeida, Helio Oiticica, Cao Guimarães, Bruno Vianna, Christianne Jatahy etc)

08/06 – 4. Observação, ocupação, significação. Intervenção em espaços públicos e privados. Videomapping, projeções em larga escala, projeções em lugares precários. Projeções de filmes/ videos como formas de territorialização. (Rafael Lozano-Hemmer, Lucas Bambozzi, Michele Teran etc)

15/06 – 5. Prática. Propostas dos alunos para ocupação da escola e entorno a partir das estratégias estudadas. Mapeamento do espaço com câmeras. Cartografias. Divisão por grupos de trabalho.

22/06 – 6. Prática. Captações, testes e preparação dos projetos. Edição de materiais (possivelmente em dia extra)

29/06 – 7. Prática. Montagem e Apresentação pública dos projetos.

06/06 – 8. Conclusão. Avaliação/ revisão do processo.

Bibliografia básica:
BAMBOZZI, Lucas (Org). Mediação, tecnologia e espaço público: panorama crítico da arte em mídias móveis. São Paulo: Conrad Editora do Brasil, 2010.
BOGART, Anne. A Director prepares: seven essays on art and theatre. London: Routledge, 2001.
DUBOIS, Philippe. Cinema, vídeo, Godard. São Paulo: Cosac Naify, 2004.
DUGUET, Anne Marie. Déjouer l’image: créations électroniques et numériques.
Paris: CNAP et Éditions Jacqueline Chambon, 2002.
MACIEL, Kátia (Org) Transcinemas. Rio de Janeiro: Contra Capa Livraria, 2009.
MACHADO, Arlindo. Pré-Cinemas & Pós-Cinemas. Campinas : Papirus, 1997.
RUSH, Michel. Novas mídias na arte conteporânea. São Paulo: Martins Fontes, 2006
YOUNGBLODD, Gene. Expanded Cinema. NY: E.P. Dutton & CO., Inc, 1970

Friday, 8 April 2011

Oficina Darcy Ribeiro

Em 8 encontros, 3 objetivos:
1- Investigar as origens de uma possível genealogia do cinema para além do clássico narrativo;
2- Analisar obras de cineastas e artistas visuais contemporâneos que expandem suas criações para galerias, museus, ruas;
3- Produzir uma ocupacão da Escola de Cinema Darcy Ribeiro, com criações originais utilizando projeções, circuito de vídeo e performance.

Bora?

#oficina_livre

"Outros cinemas: Instalação, Performance e Intervenção" - maio/junho às 4a.s! informações:
http://www.escoladarcyribeiro.org.br

Tuesday, 28 September 2010

No TEMPO FESTIVAL



1) Em "Coreografia para prédios, pedestres e pombos" vocês propõem um formato singular e híbrido, que mescla as linguagens da dança e do "cinema ao vivo"(este último muito pautado pelas novas tecnologias). Quais são as possíveis relações entre dança e cinema ao vivo, como vocês as investigam? Quais são os desafios em apostar em uma linguagem híbrida?

Comecei a trabalhar com cinema ao vivo em 2008. Já fiz documentários e curtas, mas nunca tinha experimentado o formato ao vivo além das transmissões comerciais de televisão. Minha aproximação com os circuitos de vídeo veio por uma inquietação com a presença silenciosa e avassaladora das câmeras de vigilância, uma espreita constante a qual estamos submetidos cada vez mais nos espaços pelos quais circulamos nas cidades. De que forma poderiamos aproveitar esta ideia disseminada do panoptico para criar videos, não com o objetivo de "vigiar e punir", mas produzindo uma especie de pan cinema permanente, para parafrasear o titulo do filme do Carlos Nader?
Descobri que existem muitos artistas, sobretudo na Inglaterra, trabalhando com imagens de vigilância e CFTVs, que captam, ininterruptamente, ao vivo, todos os dias, os fluxos nas cidades. E comecei a fazer as "Composições para circuito de video-vigilância", que além de pesquisa artística resultou em pesquisa acadêmica, com minha tese de Mestrado defendida na ECO/UFRJ em 2009.
Realizei com o músico David Cole algumas performances utilizando CFTVs na Caixa Cultural, no Glaucio Gil, no Circo Voador, no Oi Futuro. Contudo estava claro que não tínhamos tido tempo para desenvolver uma dramaturgia, um trabalho de corpo, de ator. Acabava que a montagem das câmeras e da mesa de mixagem consumia todo o trabalho.
Re encontrei a Dani Lima em processos de trabalho de outros colegas e nos aproximamos, com o interesse comum de despertar o olhar para uma poética do cotidiano, de percepção das potências estéticas do dia-a-dia, de entendimento do ordinário como matéria do trabalho. O primeiro fruto do nosso encontro foi seu espetáculo "Pequeno Inventário de Lugares Comuns". Tempo e movimento são elementos chave para o cinema e para a dança. É interessante quando experimentamos juntas nestes campos, cada uma com as ferramentas de que dispõe - na dança o corpo, no cinema a montagem - para produzir estranhamentos, deslocamentos e revelações sobre o tempo e o movimento cotidianos.
Ali começamos a gestar a "Coreografia". Neste projeto estamos tendo a oportunidade de sistematizar o trabalho: mapeamos, revisamos, observamos, produzimos. O olhar de cima, ponto de vista privilegiado - olho de deus, olho que tudo vê - nos ajuda a visualizar os padrões de chão, a topografia, nos leva para outro lugar que nos permite ver de fora, aquilo que de dentro nem enxergamos mais. O paisagismo do Largo é Burle Marx, ninguém se lembra disso! Com a estratégia do circuito de video acessamos o espaço publico, estamos dentro do cotidiano, enfim, as coisas parecem se encaixar.

2) O processo deste novo trabalho parece reavaliar a questão do público: a intervenção urbana que faz com que performers e platéia estejam misturados. Os performers, por sua vez, executam ações a partir de uma observação prévia dos pedestres (a partir do mapeamento do Largo). Vocês poderiam falar um pouco mais sobre essa relação entre espaço fechado (teatro) - espaço público?

O público na verdade tem várias formas de assistir ao espetáculo: seja na praça ao nivel do chão em meio aos performers; seja no café do Oi Futuro, onde faremos uma mixagem ao vivo das imagens e sons; seja pelo streaming na internet. A discussão sobre a ocupação do espaço público é fundamental. Um espaço que é ocupado pela lógica do comércio - outdoors, banners etc - pela indústria da segurança - grades, câmeras de vigilância, alarmes - e onde as manifestações artísticas encontram cada vez mais restrições. Ocupar o Largo com a Coreografia é uma forma de afirmar a rua como espaço de experimentação, valorizando a experiência cotidiana e a construção do comum, da comunidade como potência.

3) O "cinema ao vivo" é uma linguagem que está em plena efervescência. Quais são os elos e diálogos entre este novo gênero e a forma cinema tradicional, a videoarte e o cinema experimental?

Nos primeiros anos do cinema, quando ainda não havia uma codificação estabelecida para a linguagem, as vanguardas russas já afirmavam a máxima : "cinema é montagem". Na explosão dos novos cinemas dos anos 60, JLG afirmava não se preocupar em filmar as coisas, mas o que está entre elas. Esta idéia de imagem-relação, de entendimento do cinema não como representação de algo dado, mas como rede de relacões entre imagens e sons que se recombinam e reconfiguram, enfim, uma idéia de processo para o cinema, o acompanha desde a sua origem. Já virou clichê dizer que o filme se faz no encontro com o público, e a videoarte explorou este lugar com obras inquietantes, aonde só há video se há espectador, ou é a própria atividade do espectador que produz imagem para ser vista (Dan Graham, Peter Campus, Bruce Nauman, entre outros) Esta idéia de imersão na obra, de relação do corpo e da presença do corpo com a imagem lançou mão muitas vezes de circuitos de video, espelhos, múltiplas projeções, parangolés. As experiências de Live Cinema hoje são, de certa forma, herdeiras destas correntes que sempre correram paralelas ao cinema "tradicional", clássico narrativo, pautado por lógicas de causalidade. A possibilidade de "navegação" pelas imagens, uma maneira muito contemporânea de acessar os conteúdos, vai sendo facilitada pelas novas tecnologias, sem dúvida, mas suas raízes estão bem antes, acredito que na gênese mesmo do cinema.


4) Como está sendo o processo de construção deste novo espetáculo? (especificamente em relação à dramaturgia)

Está sendo uma loucura! Obra aberta e em processo!

Saturday, 11 September 2010

coreografia para prédios pedestres e pombos

“Coreografia para prédios, pedestres e pombos” é uma colaboração entre a coreógrafa Dani Lima, a cineasta Paola Barreto e uma equipe de 20 artistas e técnicos.
O projeto é composto por uma série de “interações coreográficas camufladas” realizadas por 11 bailarinos/atores na praça do Largo do Machado, na entrada da Galeria Condor e na esquina da Rua 2 de Dezembro. Estas intervenções serão gravadas por webcams, e as imagens serão transmitidas em tempo real, via internet, para o oitavo andar do Instituto Oi Futuro, onde serão editadas e sonorizadas numa performance de “cinema ao vivo”.
Este projeto pretende revitalizar o espaço público do Largo do Machado, lançando um olhar poético sobre a arquitetura, os moradores, a história, o cotidiano e as memórias passadas e presentes do bairro. Da mesma forma pretende mobilizar os freqüentadores e moradores da praça a compartilharem suas experiências e seus registros visuais, compondo uma grande cartografia afetiva do bairro.

De 30 de Agosto a 20 de Outubro estaremos ensaiando todos os dias por estas imediações. De 21 de Outubro a 20 de Novembro apresentaremos a temporada oficial da performance. A entrada será gratuita e todos os moradores, simpatizantes e passantes do Largo do Machado são convidados a assistir, seja diretamente na praça, das janelas de seus apartamentos, pela internet, ou as instalações do Oi Futuro.

De 21 de outubro a 13 de novembro

Horários: quintas e sextas às 17h, sábados às 15h

Em cena: Alice Ripoll, Ana Pi, Átila Calache, Eleonore Agathe, Ginema de Mello, Ibon Salvador, Juliana Medella, Luar Maria Monteiro, Luciana Chieregati, Thiago Gomes e Tony Hewerton,

Ficha Técnica:

Concepção e direção Coreografia: Dani Lima
Concepção e direção Videoinstalação: Paola Barreto

Assistente de Coreografia: Laura Samy
Editor de Vídeo: Alexandre Antunes
Som: David Cole
Câmera: Thiago Britto e Guilherme Guerreiro
Pesquisadora: Poliana Paiva
Design Gráfico: Lola Vaz
Diretor Técnico: Carlos Alexandre Moraes
Rede de Vídeo: Facilink
Assessoria de Internet: Luciana Paiva
Direção de Produção: Verônica Prates
Produção Executiva: Isa Avellar

Thursday, 12 August 2010

Avançando a reflexão

Muitas questões éticas sobre a obra no espaço público.
É muito diferente fazer este trabalho dentro de um espaço fechado como a Caixa Cultural, o Circo Voador, ou a ECO, de realizá-lo no meio do caos do espaço aberto do Largo do Machado.
Me parece que a questão da vigilância sobre o espaço público, do monitoramento das ações, dos transeuntes e do televisionamento disto tem que ser muito mais problematizada e em um grau bem mais depurado do que o simples ato performático, estético, e mesmo brincalhão onde me situei até aqui.
Assim como os comerciantes estão colocando suas câmeras, nós, artistas, estamos colocando nossas câmeras.
O discurso dos comerciantes é claro: "não pegue as mercadorias sem pagar pois estamos de olho em você"
O discurso dos condomínios fechados é claro "só entre aqui após se identificar e se for autorizada a sua entrada"

E o nosso?

O Alex Cassal, certeiro, pergunta via e-mail (reproduzo trechos):

Estas propostas "invisíveis" que interferem com os passantes tem que ser colocadas sob uma perspectiva ética. As pessoas estão ali vivendo as suas próprias vidas, com suas preocupações e necessidades, e não se ofereceram para participar como figurantes em um trabalho de arte. Não falo de direito de imagem, mas em usar pessoas sem lhes dar nada em troca, sem lhes dar a opção de não participar da cena. No fim das contas, é a mesma lógica utilitarista das pegadinhas televisivas, do telemarketing e dos paparazzis.
Em termos de sustentabilidade, o que este trabalho está devolvendo ao meio-ambiente, o que ele oferece às pessoas que participam dele sem saber?

Marquei domingo um encontro com a Beth Formaggini, cabeça incrível, que já trabalhou com TVs comunitárias e viu no nosso projeto uma forma de mobilização da comunidade, vamos pensar algo mais potente para nossa dramaturgia...

Marquei para terça feira um teste com câmera IP, finalmente, eu já estava aflita deste aspecto técnico fundamental estar relegado a segundo plano, diante de tantas questãs!

Friday, 9 July 2010

OFICINAS FBCU

Oficina Circuitos de vídeo: percepção, experiência e produção

Resumo da Oficina:

Esta oficina teórica e prática propõe o cruzamento entre linguagens de cinema, instalação e performance. O foco do trabalho volta-se para a ocupação do espaço público: como pode ser observado, reinterpretado e acessado. A partir de estratégias de vídeo-vigilância, mapeamento e intervenção urbana, o grupo desenvolverá um espetáculo de cinema ao vivo, a ser projetado nas imediações do local de realização da oficina.

Paola Barreto é cineasta e pesquisadora. Formada em Cinema pela UFF, é Mestre em Tecnologia e Estéticas pela UFRJ e Professora do Curso de Multimídia do NAVE. Realizou projeções para espetáculos de teatro, dança e música, colaborando com artistas como Dani Lima, Enrique Diaz e Christianne Jatahy, entre outros.

Mais informações:

paoleb.blogspot.com
coregothere.blogspot.com

Data:

31 de julho a 08 de agosto

Formato:

3 encontros teóricos de 3hs, 3 encontros práticos de 3hs e 2 apresentações de 20 min.

Vagas:

16

Processo de Seleção:

envio de dados (nome, telefone e e-mail) e MiniCV + vídeo de 1 minuto justificando interesse – pode ser gravado em qq mídia – celular, webcam, etc.

Envio das Inscrições:

oficinas@fbcu.com.br e anaizabelaguiar@terra.com.br

Envio dos Vídeos:

Festival Brasileiro de Cinema Universitário

Rua Álvaro Alvim, 24 / 1004

Centro – Rio de Janeiro – RJ

CEP 20031-010
Oficina Cinema narrativo ao vivo
Resumo da Oficina:

A oficina pretende explorar o potencial narrativo do live cinema, modalidade audiovisual em que o vídeo é construído no momento da exibição, com a presença do autor. Serão vistos projetos e filmes que se relacionam com a ideia de uma montagem efêmera. Serão estudadas ferramentas livres (open source) para a execução dos projetos. Como trabalho final, os alunos vão preparar material para uma peça curta que será apresentada numa sessão dentro da programação do festival - uma sessão onde serão usadas as ferramentas de edição ao vivo.

Bruno Vianna trabalha com cinema, meios portáteis e suportes interativos. Dirigiu 4 curtas entre 1994 e 2003, e lançou o primeiro longa, Cafuné, em 2006. Em 2008 lançou o longa Ressaca, editado ao vivo. Tem trabalhos em mídias digitais como Palm Poetry e Invisíveis. É formado em cinema pela UFF e tem mestrado pelo ITP-NYU.

Data:

02 a 08 de agosto

Vagas:

10 a 20



Processo de seleção:

envio de MiniCV + link (se tiver) de algum trabalho audiovisual (vídeo, foto, etc).

Envio das Inscrições:

oficinas@fbcu.com.br e anaizabelaguiar@terra.com.br



Dúvidas sobre as oficinas:



Coordenação de Atividades Paralelas

Ana Izabel Aguiar

Tel: (21) 9993-2439

E-mail: oficinas@fbcu.com.br e anaizabelaguiar@terra.com.br