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Friday, 17 February 2012

Tá tudo bem no arte.mov


Os doze trabalhos de Hércules I

Preparando a volta do Tá tudo bem ao Rio de Janeiro.
Desta vez a caixa preta será remontada em um nicho na galeria do Parque das Ruínas, reduzindo as metragem e pedindo uma lente de projetor wider...


Friday, 4 November 2011

Gentil Vizinhança

Lindo o trabalho da Alessandra Bergamaschi que inspira nossa Gentil Correspondência.
Como disse o Marcio Botner, a contaminação da arte se dá a partir da vizinhança!

Caros Vizinhos,

A Galeria A Gentil Carioca lá, em parceria com o Festival Internacional de Curtas Metragens do Rio de Janeiro, Curta Cinema, está promovendo a exposição Curta Gentil, composta por trabalhos de video arte de artistas contemporâneos.

Desde o dia 28 de outubro estamos projetando em grande formato no espaço externo da Galeria, ocupando a parede vizinha ao nosso prédio na Avenida Epitácio Pessoa com uma seleção de trabalhos que expressam a tênue fronteira entre o audiovisual e as artes plásticas.

Dia 06 de novembro, domingo próximo, é o último dia de nossa mostra, e gostaríamos de convidá-los para a sessão de encerramento, seja em nosso terraço que fica acima do Bar Lagoa, ou mesmo da sacada de seus apartamentos, que como alguns já perceberam, possuem vista privilegiada para o paredão que está servindo como um cinema a céu aberto.

Pensando a arte como forma de expressão que não se restringe ao espaço institucional da galeria, mas que pode intervir da cidade, promovendo novos modos de habitar e desfrutar da paisagem, esperamos contar com a vossa gentil visitação.

Atenciosamente

A Gentil Carioca lá Curta Cinema


Monday, 17 October 2011

Gentil lá

Este ano o Festival de Curtas do Rio de Janeiro, Curta Cinema, em curadoria conjunta com a Galeria A Gentil Carioca, apresenta uma nova programação, que reúne obras que transitam entre o cinema e as artes visuais. A cada noite trabalhos diferentes serão projetados na empena cega do prédio vizinho à Galeria, e durante o período do Festival o interior da Gentil lá será ocupado por imagens distribuídas entre 06 monitores e uma projeção.

Programação

Exibição interna

Todos os dias, das 14h às 22h

Andrei Müller, Zarthus - TV 42”
Gabi Gusmão, Actinote Surima - TV 42”
Pontogor, Massacre 106 - TV 42”
José Bento, Mona – DVD portátil (banheiro)
Evandro Machado, Desmaterial - TV 42”
Botner & Pedro (com desenhos de Laura Lima), Mel - TV 42”
Elisa Pessoa, Morto Vivo e Sótão - Projeção

Exibição externa

Todos os dias, segundo a programação abaixo, a partir das 20h30min

28/10 Cópia / Colares, Marcos Chaves
29/10 Sessão Experimenta 1 – Curta-Gentil
30/10 Derrube e Movimentos Detenidos, Celina Portella
31/10 O Deus no Arroz Doce, Enrique Diaz
01/11 Provisional Heritage, Matheus Rocha Pitta
02/11 Ah Se Tudo Fosse Sempre Assim e Sertão de Acrílico Azul Piscina, Marcelo Gomes e Karim Aïnouz
03/11 Mais Dois, Kátia Maciel e André Parente
04/11 Ali É Um Lugar que Não Conheço; Aqui de Novo; e Desvios Derivas Contornos, Lucas Bambozzi
05/11 CZI (Corpo Zona de Intervenção), Bruno Vianna e Cinthia Mendonça
06/11 Da Janela do Meu Quarto, Cao Guimarães
06/11 0667, Marcellvs L.

Palestras
Em dois dias da mostra, a partir das 19h

02/11 – Cezar Migliorin
03/11 – Kátia Máciel e André Parente

Wednesday, 13 July 2011

Curtas e mais curtas

Simples e certeiro.
Vontade de trazer este e outros trabalhos para uma mostra na Curta Cinema.


Thursday, 19 May 2011

18/05

introdução : outros cinemas : instalação - performance - intervenção
o dispositivo clássico : câmara escura, ótica geométrica, perspectiva central
tópicos
1.1. A dimensão arquitetural do cinema e o aspecto escultural da luz: projeção, tela, imagem.
1.2. O lugar do espectador, o espaço de projeção e o suporte de projeção.
1.3. A performatividade do ato cinematográfico: o filme como acontecimento.
1.4. O filme fora da tela: o cinema como ato social e político.
1.5 Nossas respostas a estas questões
instalação
Sala escura.
Espectador imóvel (passivo?)
Projetor atrás e tela na frente.
Herança do palco italiano : 4ª. Parede
Espaço tempo newtoniano – contiguidade continuidade. Base da linguagem. É isso?
decomposição do movimento
decomposição do tempo
espectador/ obra
Escala: portabilidade x monumentalidade.
Oferta: escassez x excesso
Regime: visibilidade x invisibilidade
Esfera: pública x privada.
Experiência: coletiva x individual

corpo
uma imagem que não é organizada pela visão, mas produzida por um corpo.
(a mão que pinta em merleau-ponty; o action painting de pollock)
convocar os outros sentidos; falar de uma visualidade tátil, corpórea; e assim problematizar a mecanização da visão e a produção de subjetividade a partir do ponto de vista
projeção trompe-oeil
Peter Campus
Bill Viola

chaves
O discurso da opacidade e da transparencia se volta para a materialidade do suporte
Imagem como paisagem em lugar de representação - ela não descreve mas 'abre' - abertura, clareira (uma imagem onde se pode habitar)
Imagem como 'campo' em lugar de ponto de vista - imanência em lugar de transcendência - pensar a moldura , e não o "conteúdo" da imagem; a intensidade a partir da extensão; a materialidade da imagem;
Espaços de habitação de troca – neste sentido arte política que pensa o comum – verdadeiro sentido da estética
Retrabalhar estruturas
Repensar a ambientação/ apresentacão da imagem - espacialização/ arquitetura.
Ambientação sonora e cenográfica

Arte Relacional
Lozano-Hemmer
Olafur Eliasson

Bases
Arte e Vida. Estética relacional.
Representacão x apropriação > criação > ressignificação
Implodir o cubo branco – a caixa preta – a câmara escura.
De que é feito o cinema? Uma pergunta que se estende de sua natureza maquínica, arquitetural, física, até os agenciamentos que põe em marcha nos espaços em que acontece
Máquina de decomposição do movimento/tempo
Percepcão?
Captação/ Registro como ruído
Interferência
Tempestades de imagens

Performance
Celebrar a dúvida e a instabilidade com relacão às fronteiras entre suportes e categorias artes plásticas/ cinema/ instalação
Pensar o espaço de projeção como um espaço de criação – experiência e experimentação
O olhar como um ato complexo
Perturbar as coordenadas da experiência sensível do mundo

Space is process
reconfigurar nossa relação com o espaço
fazer diferença
não tanto como fazemos mas porque fazemos
response hability
agenciando com a cidade
como se cria um espaço público - o quê significa público
Coletivo?
o espaço não é um container onde se podem colocar coisas dentro


textos ref:
DUGUET, Anne-Marie. Dispositivos. In: MACIEL, Katia. Transcinemas. Rio de Janeiro: Contra Capa, 2009.
BOISSIER, Jean-Louis. A imagem-relação In: MACIEL, Katia. Transcinemas. Rio de Janeiro: Contra Capa, 2009.

Tuesday, 4 January 2011

Red

Via Rafael Lozano-Hemmer chego ao Videoman, de Fernando Llanos (havia visto imagens de sua passagem pelo Brasil). Ao Panoptico de Roberto Reyes, via Tania Aedo. Enfim parece que a rede de artistas latino americanos trabalhando com circuitos de vigilância começa a se desenhar.


Monday, 13 December 2010

Expo Surveillance Latin America


Gustavo Romano


Spio de Lucas Bambozzi


Underscan de Rafael Lozano-Hemmer


Ada Simone Michelin

Tuesday, 8 June 2010

Vigilantes sul americanos

A procura de artistas latino americanos que problematizem a vídeo-vigilância em suas obras.
Sugestões são bem vindas.
O Alberto, do Oi Futuro, me indicou o trabalho "Livearth" de Tina Velho.

O trabalho dos mineiros Renata e Wellington eu conheci ano passado em Curitiba.