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Wednesday, 6 April 2011

links cartografia

http://cargocollective.com/tupeq#792328/Arquivo-1-Visitas
http://www.geografiaportatil.org/
http://www.blasttheory.co.uk/bt/work_cysmn.html
http://andrelemos.info/2011/01/dead-drops-erotismo-e-midia-locativa/

Saturday, 6 March 2010

duas notas sobre o globo de hoje 2

Christ-Cam
Deu também no Globo de hoje: o monumento ao Cristo no Rio de Janeiro ganhará câmeras para transmissões de eventos on-line. O Redentor, braços abertos sobre a Guanabara, terá também olhos abertos sobre a cidade. As imagens serão disponibilizadas no site da Arquidiocese, mostrando, ao vivo, “tudo o que acontece no Cristo”, nas palavras do representante da Cúria Metropolitana. Quem souber dos prazos da licitação para contratação da empresa que será responsável pela realização deste serviço me avisa!

Tuesday, 2 June 2009

Minicurso

Composição para Circuito de Vídeo-Vigilância - Paola Barreto (RJ)
Local: Espaço SESC (Sala de Dança)
11 e 12/07, das 14h às 18h

Nesta oficina apresentamos um recorte da produção de artistas contemporâneos que utlizam imagens de câmeras de vigilância na criação de espetáculos de dança, cinema, teatro e performance. A partir da análise crítica desta produção desenvolvemos uma estética e uma poética da dança em espaços vigiados, buscando novas formas de observação de si, do outro e dos comportamentos coletivos.

Paola Barreto é Mestre em Comunicação e Cultura pela UFRJ. Diretora de filmes, vídeos e performances apresentados no Brasil e no exterior, desenvolveu com o músico David Cole o espetáculo de cinema ao vivo “Cabine de Pensamentos”, realizado, em 2008, na Caixa Cultural, no Teatro Gláucio Gil e no Circo Voador.

Sunday, 8 March 2009

police officer and filmmaker?

David Cole enviando mais uma vez links para matérias do Guardian sobre our surveillance society.

Esta agora é simplesmente delirante.
Nos brinda com um vídeo de alguns minutos do material gravado pelos próprios oficiais da policia inglesa encarregados de cruzar as imagens com os dados de ativistas e jornalistas presentes em uma manifestacão ambientalista.
As imagens do video são acompanhadas de comentários em off dos policiais, o que nos lembra Landscape Theory, sendo que no video dos policiais as imagens são sincrônicas ao som (a edição é do jornalista do guardian).
Na mesma medida nos lembra ainda as imagens de THX 1138, de George Lucas, quando dois operadores da prisão onde encontra-se o personagem de Robert Duvall discutem sobre como funciona o painel de controle, atuando diretamente sobre o corpo do detento, subjugado como uma marionete.


Em um momento os policiais e os cinegrafistas independentes cruzam o eixo de gravação, e neste momento não podemos deixar de pensar em Sophie Calle in Double Blind (No Sex Last Night).

Mais uma vez chamamos a atencão para as formas audiovisuais do cinema, do vídeo e da arte contemporânea, que nos oferecem um vocabulário e um exemplo de maneiras potentes de lidar com o fato político de portar uma câmera -
para além da transformação da imagem em (1) produto para consumo (midia) e (2) ferramenta de controle social (policia)
.


Tuesday, 9 September 2008

videotrace

pessoal do Australian Centre for Visual Technologies investe pesado na pesquisa

Thursday, 31 July 2008

videosorveglianza

aderi aos google alerts e fui parar na itália



Una spia nel taxi, arriva la telecamera
MILANO - Sotto la Madonnina il Grande Fratello prende il taxi। Da metà luglio 117 auto bianche in servizio nel capoluogo lombardo hanno installato a bordo una telecamera. In grado di riprendere tutto l' abitacolo, passeggero compreso. L' operazione è finanziata fifty fifty dal Comune. «L' intento è garantire la sicurezza dei tassisti e dei loro clienti», spiegano all' unisono conducenti e municipio. Ma l' occhio indiscreto della videosorveglianza sulle auto pubbliche fa riflettere l' autorità garante della privacy. Le telecamere sono già salite sui taxi fiorentini. E anche a Roma si va nella stessa direzione. Quella milanese ha le caratteristiche di un' operazione massiccia. Il Comune ha stanziato un milione di euro per finanziare al 50 per cento (fino a un massimo di mille euro a testa) i tassisti che vogliono essere rasserenati dalla presenza di un «terzo occhio». A tutto vantaggio della sicurezza. Ma a discapito della spontaneità dei passeggeri: stop alle effusioni clandestine, basta con le telefonate compromettenti, a bordo solo comportamenti ineccepibili sul fronte del bon ton. «Stiamo acquisendo il bando che il Comune di Milano ha rivolto ai tassisti, lo verificheremo con attenzione e senza pregiudizi», promette il garante della Privacy, Francesco Pizzetti. In generale, come avviene già con le telecamere installate nei negozi, per essere in regola basta esporre una vetrofania in cui si informa il cliente delle riprese in corso. Ma non è escluso che i tassisti milanesi possano fare a meno di avvisare i passeggeri. La vetrofania è dovuta quando le telecamere sono state installate a tutela del singolo, sia esso tassista o negoziante. Se il finanziamento pubblico ha come obiettivo la tutela generale della collettività, allora delle vetrofanie si può fare a meno. «Non è escluso che il caso milanese appartenga a quest' ultima tipologia. La zona grigia in cui il pubblico finanzia i privati perché installino dispositivi di videosorveglianza si sta allargando velocemente. Interverremo al più presto con una normativa ad hoc», promette Pizzetti. Il garante per la privacy invita il comune di Milano a riflettere sulla proporzionalità dell' intervento. «La privacy dei cittadini viene sacrificata in nome di un' adeguata contropartita in termini di maggiore sicurezza?», si chiede Pizzetti. «Sicuramente sì - risponde a distanza il vicesindaco di Milano e assessore alla Sicurezza Riccardo De Corato -. Siamo orgogliosi di essere la città più videosorvegliata d' Italia. Le telecamere mettono in crisi i delinquenti». A Milano il comune ha installato 900 telecamere. Occhi tecnologici per contrastare graffitari e spacciatori, professionisti del borseggio e della sosta vietata. Costo dell' operazione: 30 milioni di euro. In più Atm, la società che gestisce il trasporto locale sotto la Madonnina, vuole portare da 540 a 2.500 le telecamere in metropolitana entro la fine del 2009. I tassisti hanno accolto gli incentivi del Comune con entusiasmo moderato. Le domande di finanziamento ricevute da palazzo Marino consentiranno di spendere circa il 15 per cento dei fondi. I soldi che restano (oltre 800 mila euro) saranno messi a disposizione degli edicolanti. Per l' installazione di altre telecamere. «Molti nella categoria hanno temuto che i dispositivi elettronici servissero al Comune per controllare la regolare presenza in servizio», spiega Claudio, uno dei 117 tassisti milanesi che hanno installato la telecamera. Costo dell' operazione: 2.400 euro di cui mille finanziati da palazzo Marino. Più un canone annuo di 240 euro a carico del professionista. «In 24 anni di lavoro per le strade di Milano sono stato rapinato una sola volta. Mi hanno puntato un coltello alla gola: non vorrei ripetere l' esperienza», racconta il tassista. Veramente un' altra forma di deterrente rispetto alle rapine ci sarebbe: l' introduzione a bordo del Pos per il pagamento con bancomat e carta di credito. In modo da non tenere contatti in auto. Ma i tassisti si mettono di traverso: «Troppo alte le commissioni da pagare alle banche».

Querze' Rita

Pagina 25
(30 luglio 2008) - Corriere della Sera

Thursday, 24 July 2008

SP Destak

Hoje no sinal de trânsito em SP recebo o jornal SP Destak, distribuído gratuitamente, com uma manchete praticamente endereçada aos meus interesses.
Abaixo publico na íntegra a matéria.

PM Cria Central com 80 câmeras para combater a violência em SP

Meta é integrar sistemas da CET, do Metrô e da CPTM à sala de monitoramento até 2011

“A policia militar inaugurou ontem o sistema de videomonitoramento da capital, que, inicialmente possui 80 câmeras localizadas em áreas com elevada ocorrência de crimes. A meta é chegar a 100 até setembro e a 200 em 2009.
Ao sistema, informa a corporação, serão integradas as imagens captadas pelas 35 câmeras da Guarda Civil Metropolitana (GCM). Até 2011, a policia quer contar com a rede de monitoramento mantida pela CET, DER, SPTrans, Metrô e CPTM.
Por razões de segurança, a PM não divulga a localização de todas as câmeras, que giram 360 graus e tem um alcance de 600 metros.
As imagens são transmitidas por sinais de rádio à central, de onde os policiais podem acionar a viatura mais próxima a uma ocorrência.
No total, o sistema custou pouco mais de 6 milhões.
Durante a fase de testes o monitoramento já se demonstrou eficaz: uma tentativa de roubo aos fios foi flagrada na Avenida Tiradentes.”


Uma análise simplista talvez, mas é o que penso e posso aqui:
O fato de o local das câmeras não ser revelado por “uma questão de segurança” vai contra um dos princípios básicos da lógica do controle, como analisada por Michel Foucault, que seria justamente o (re)conhecimento e a internalização da presença do olhar do vigia (ver: Vigiar e Punir) Através deste re-conhecimento se estabeleceria uma antecipação da vigilância, e justamente por saber-se da presença das câmeras o vigiado não agiria como delinqüente. Em resumo: a vigilância operaria por antecipação, não por flagrante. (Volto aqui a idéia de 'imagem futura' versus ‘prova do crime’)
Nesta lógica da PM, deixa-se cometer o ato para prender, as câmeras são usadas não como preventivas, mas como repressivas.
Aguardando para visitar, acompanhando a mestra que me orienta, o sistema carioca, que trabalha com lógica semelhante.

Tuesday, 22 July 2008

colóquio

colóquio:
França & Brasil

Poderiamos dizer que a imagem de seguraça no Brasil vem sendo até aqui usada no modo fotografia ou cinema - como prova do crime
e não ainda no modo vigilancia - imagem preventiva, preditiva e performativa - como modelagem de padrões;
(e aqui no cap III desenvolveremos as noções de imagens-passadas e imagens-futuras (respectivamente ligadas aos meus neo-logismos re-velar e sobre-velar - bergson será de valor)

é fundamental lembrar, quando falamos em Brasil, que aqui os sistemas são mais repressivos do que preventivos, uma realidade que muito difere do contexto internacional, europeu ou norte-americano (canada y compris);

artigo do vitalis, já mencionado por aqui, fala justamente desta dupla hélice.

O tema dos circuitos de video em vias públicas ainda não é tanto explorado em pesquisas nacionais, salvo alguns casos bem mapeados em posts de blogs amigos;

sendo assim, posto abaixo mais um link farto em estudo comparativo de CCTV - pardon me, mas ainda na europa.

Welcome to the Urbaneye Project
On the Threshold to Urban Panopticon?

For more than four decades we witness the proliferation of video surveillance (closed circuit television - CCTV) in Europe. During the 1990s its presence exploded in public accessible space in many European countries. It is this common trend which the URBANEYE project addresses.
It is a comparative research project analysing the employment of CCTV in public accessible space in Europe which shall assess its social effects and political impacts in order to finally outline strategies for its regulation.
The URBANEYE project was realised by a multidisciplinary team assembling criminologists, philosophers, political scientists, sociologists and urban geographers from six countries. It was co-ordinated by the Centre of Technology and Society at the Technical University of Berlin. Its overall duration was 30 months and the Final Report was submitted in August 2004.
The research is supported by the European Commission as part of the Key Action "Improving the Socio-Economic Knowledge Base" within the Fifth Framework Programme. However, the content of this website does not necessarily reflect the views of the European Commission regarding these issues.

Tuesday, 10 June 2008

Notícias da America


Pesquisando para o projeto X, encontrei este curioso blog, de um empresário americano promotor e entusiasta da tecnologia a serviço da segurança.

It seems like a lot of cities are announcing large scale facial recognition systems these days, which will definitely require an increase in data storage capabilities to store more and better footage. What I find more interesting than the storage angle in this piece, is mention of combining Microsoft’s Virtual Earth (which could just as easily be Google Earth, for that matter) with surveillance video--presumably this will/could be used to map in real time the location of bad guys and dispatch law enforcement as appropriate. It’s an interesting approach and no doubt going to be much more useful than the giant video walls normally deployed.

As 'giant video walls' que ele considera pouco 'useful' podem ser justamente reconsideradas dentro de um projeto de intervencão artística no espaço urbano, que projete imagens em grandes dimensões em busca de uma experiência estética e não de controle.

Tuesday, 3 June 2008

CAVIAR TEST CASE SCENARIOS

Este projeto é revelador.
Um número determinado de comportamentos é encenado para uma câmera posicionada de uma visão privilegiada, do alto.
Pessoas andando sozinhas, descansando, olhando vitrines, brigando, abandonando sacolas.
Os vídeos estão disponíveis aqui, junto com discussões sobre o programa que promove a interface entre este catálogo de comportamentos e a capacidade de cameras de seguranca reconhecerem estes padrões armazenados em um sistema de vigilância.

Vejam que é batida uma claquete no início, tal qual o material bruto de uma filmagem de ficção. O registro encenado do ato de desvio servirá como arquivo a ser confrontado com acontecimentos em tempo real enquadrados por uma câmera vigilante dotada de 'inteligência' - no caso o software capaz de interpretar as imagens à luz destes modelos.
Amazing.

Sunday, 1 June 2008

Amazon Towers


Em todos os cadernos na Folha de SP de hoje domina o tema da Amazonia.
A idéia defendida pelo documento publicado por um grupo de cientistas, que aponta para um novo modelo de desenvolvimento baseado no investimento tecnológico e científico, me pareceu a alternativa mais consistente para este beco sem saída que vive a região.
Lembrando do filme do Bodansky, que já apresentava a ausência de projeto e presença do Estado na Floresta, fico perplexa diante das fotos publicadas no jornal e me lembro das Serras da Desordem de Andrea Tonacci.
Coisa fantástica ter uma idéia de um lugar e de um problema cunhada por imagens e sons de filmes bons do brasil.

Tuesday, 27 May 2008

admirável mundo novo

Japoneses podem baixar perfumes pelo celular

Segunda-feira, 07 de abril de 2008 - 12h59


Monday, 5 May 2008

Duas perguntas pro Presidente do Google no Brasil

Folha Online - O Google ultimamente tem recebido mais processos de celebridades do que o normal...

Hohagen - Esses dias eu mandei um link de vídeo para um amigo e ele disse que não podia abrir, porque a corporação não deixa ele acessar YouTube lá dentro. Fiquei pensando, nossa, isso é um absurdo. De uma certa forma, você está impedindo que algumas pessoas vejam aquilo que está acontecendo no mundo.

Da mesma forma acho que essas personalidades têm que entender. Elas não sabem lidar com a internet, porque quanto mais você combate, mais interesse gera. O caso do vídeo da Cicarelli é um exemplo tradicional. No momento em que ela entrou com processo na Justiça, pode ver, triplicou o número de "views".

Folha Online - Eu nem lembrava mais do vídeo naquela época...

Hohagen - Pois é, [as pessoas] nem lembravam! Eu tenho a seguinte teoria quando me perguntam qual o futuro da internet: o futuro da internet está muito ligado à perda da sua privacidade e... não, melhor falando: você disponibiliza tantos dados para tornar sua vida mais relevante que isso vai criar uma linha tênue entre o quanto você libera da sua informação e o quanto isso vai tirar sua privacidade.

Para você ter uma experiência relevante na internet, você tem que falar um pouco de você. O que você gosta? O que curte? Qual é seu time de coração? Esse é o preço que você paga para estar navegando de uma maneira muito mais relevante. O cuidado que as pessoas têm que ter é esse: onde está o limite entre você informar dados a seu respeito e quando isso passa da privacidade.

Folha Online - Você acha que há liberdade de expressão demais na rede?

Hohagen - Não. Acho que as pessoas vão ter que se adaptar, aprender a conviver com esse contexto. Ninguém pode mais se esconder. A relação entre as pessoas é pública, a relação entre as empresas e seus consumidores também, entre as pessoas públicas e a população também. Hoje com meu celular aqui, se eu vir que tem alguém lá embaixo fazendo uma coisa errada, eu posso tirar uma foto e daqui a dois minutos isso estará no mundo inteiro.

Não adianta mais você querer que protejam sua privacidade num mundo em que o eixo do poder mudou completamente. Antes, estava na mão das grandes organizações de comunicação, hoje está na mão de todo mundo.

Não acho que seja excesso de liberdade de expressão, não, porque a gente tem que ter esse excesso. O problema é como as pessoas vão lidar com isso. Desde que não passe o limite da vulgaridade, do bom senso, de não ferir as pessoas....aí eu sou totalmente contrário. Juntar um monte de gente só para dizer que a Preta Gil é uma baleia é um absurdo, uma sacanagem.

Sunday, 30 March 2008

pirataria contra mim pelo youtube


aconteceu algo bizarro.
um video que eu postei com o frederico no youtube, intitulado "um naufrágio no fundo do mar" está ilustrando uma página de anúncios do google sobre mergulhos! surreal!
está aqui:


exemplo concreto do que alex galloway fala neste trecho:
"What impresses me most about Google is the valorization question: they have discovered new techniques for valorizing human activity. Both work and play may now be exploited. Much more needs to be studied in this area. I am particularly interested in the question of unpaid micro-labor (i.e. all of us sending emails, blogging, surfing, etc.) which Google has proven exceptionally adept at extracting. It has dramatically changed the status of labor in today’s world."

http://www.ford-maverick.com/show/uma-naufr%C3%A1gio-no-fundo-do-mar/naufr%C3%83%C2%A1gio/cJo3YMUVzl8

na mesma página há um link para uma página cheia de anúncios Google que oferece gratuitamente vídeos sobre qualquer assunto. entendo que deve ter sido este robô que encontrou o meu "inocente" - se é que esta palavra faz algum sentido - vídeo e o associou desta forma.
outro dado curioso é que a URL tem ford maverick no endereço, associando uma busca recente que fiz - sim eu tive um delírio de ter uma maverick e isto veio parar no salamaleque Google de ser. Atenção. Não fique aí parado: você é vigiado!

Friday, 11 January 2008

Symposium on Surveillance in Contemporary Art

pra quem estiver a londra semana que vem, ótima pedida, dica do brunov, nosso homem na europa:

Friday 18 January 2008
11.00 - 17.15
Recital Room
South Hill Park Arts Centre

The symposium explores the ways which contemporary art has addressed the issues associated with state control, surveillance, past and present at a time of uncertainty when global terrorism highlights its controversial status. It brings together theorists and art practitioners who explore related topics from South Africa, the Federal Republic of Germany, the former German Democratic, Republic Northern Ireland and the United Kingdom from the 80s to the present day.

The booking fee of £12 includes a simple lunch and coffee/tea. Call to book: 0134 4484123, preferably by Thursday 10 January 2008.


10.30 - 11.00 Registration and Coffee & Tea

11.00 - 11.05 Welcome by Dr Outi Remes, Visual Arts and Exhibitions Officer, South Hill Park

11.05 - 11.45 Keynote: Seeing You/Seeing Me: Art and the Disembodied Eye
Professor Liam Kelly, Professor of Irish Visual Culture at the School of Art and Design, University of Ulster, Belfast and a former member of the Visual Arts Committee of the Arts Council N. Ireland.

11.45 - 12.15 Art and the Stasi Archive - Warnings from History. The Case of the Conspiracy Dwellings
Pam Skelton, Artist and Senior Lecturer in Fine Art, University of Arts London

12.15 - 12.45 Pigs like Pigments: Informers Have Sharp Ears... and an Artist Becomes an Enemy
Verena Kyselka, Artist, Germany

12.45 - 13.15 The Impossibility of (Socialist) Realism: Photographer Gundula Schulze Eldowy and the East German Secret Police
Matthew Shaul, Head of Programming and Operations, University of Hertfordshire Galleries

13.15 - 14.15 Lunch and visiting the Conspiracy Dwellings and Surveillance exhibitions

13.15 - 14.15 Surveillance exhibition films at the cinema.

14.00 - 14.10 Surveillance exhibition gallery talk at Mirror Gallery by Cally Trench

14.15 - 14.45 Title to be confirmed
Christine Eyene, Birkbeck College, University of London

14.45 - 15.15 'You'll Never Walk Alone': CCTV in Two Liverpool Artworks
Robert Knifton, AHRC Collaborative Doctoral Student at MIRIAD, Manchester Metropolitan University and Tate Liverpool

15.15 - 15.45 Coffee & tea at the Bracknell Gallery

15.45 - 16.15 Space & Senseability
Alex Haw, Architect, Artist, Writer and Educator, London

16.15 - 17.15 Flat Screen, No Signal: Body and Location Under CCTV
Paula Roush, Lecturer in Digital Photography, London South Bank University

After 17.15 Continue visiting exhibitions / Informal drinks at the Atrium Bar

The symposium is sponsored by Arts Council England, PARC and AHRC.

Wednesday, 19 December 2007

ZCam 3D Camera

Dica da Cristina Amazonas:

A câmera Zcam é a primeira câmera do mercado capaz de capturar vídeo com profundidade. Ela está sendo considerada por especialistas como um verdadeiro desafio para o Nintendo Wii. Isso porque a ZCam é tão precisa em sua captura de dados que com ela é possível jogar games no estilo dos jogos do Wii SEM CONTROLES. Sem nada. Apenas aponte a câmera pra você e faça o gesto. A câmera verá e o software interpretará seu movimento. Algo como Tom Cruise fazia em Minority Report.
Os sensores da câmera são capazes de medir a profundidade de cada pixel capturado usando um princípio chamado "tempo de vôo". Ela obtém informação 3d emitindo pulsos de infravermelho em toda a área coberta pela câmera, enquanto um dispositivo embutido recebe a luz captada na superfície de cada objeto. Os objetos da cena são então ordenados em 3 dimensões, o que gera como resultado uma imagem em tons de cinza. Na verdade, um mapa da profundidade da cena que pode ser lido e interpretado pelo programa.
A 3DV Systems, fabricante da ZCam garante que a resolução de profundidade da câmera é muito boa. Ela pode detectar movimento 3d e volume abaixo de 0.4 polegadas, ao mesmo tempo que captura vídeo em 1.3 megapixel numa taxa de 60 fps. Seu preço baixo torna a ZCam uma forte possibilidade de ser incorporada aos consoles, aumentando dramáticamente o nível de interatividade.

Friday, 16 November 2007

uma imagem onde se pode habitar

a partir do coneco, duas questões fornecendo um de onde e um para onde:

1 - pensar uma imagem que não é organizada pela visão, mas produzida por um corpo.
(a mão que pinta em merleau-ponty; o action painting de pollock)
convocar os outros sentidos; falar de uma visualidade háptica, corpórea;
e assim problematizar a mecanização da visão e a produção de subjetividade a partir do ponto de vista;

2 - pensar a moldura , e não o "conteúdo" da imagem; a intensidade a partir da extensão; a materialidade da imagem; um primado da imanência e não da transcendência, etc e tal.

via:
simondon, deleuze, bergson, martins jay e heidegger, barthes, merleau ponty, entre outros.

névoa de nada
disse que sabe
tudo névoa nada.

Saturday, 10 November 2007

Brainloop: A brain-computer interface for Google Earth

The Brainloop brain-computer interface, demonstrated at the VisionSpace laboratory for perception and cognition at FH Joanneum, University of Applied Sciences in Austria.

Brainloop is an interactive performance platform that utilizes a Brain Computer Interface (BCI) system which allows a subject to operate devices merely by imagining specific motor commands. These mentally visualized commands may be seen as the rehearsal of a motor act without the overt motor output; a neural synapse occurs but the actual movement is blocked at the corticospinal level. Motor imagery such as "move left hand", "move right hand" or "move feet" become non-muscular communication and control signals that convey messages and commands to the external world. In Brainloop the performer is able - without physically moving - to investigate urban areas and rural landscapes as he globe-trots around virtual Google Earth. Through motor imagery, he selects locations, camera angles and positions and records these image sequences in a virtual world. In the second half of the performance, he plays back the sequence and uses Brainloop to compose a custom soundtrack by selecting, manipulating and re-locating audio recordings in real time into the physical space.