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Friday, 17 February 2012

Modéstia


Os doze trabalhos de Hércules II

Moana mapeando comps de Alexandre e Aline. Muito phino.



Monday, 13 February 2012

Modéstia


Concepção e Direção de vídeo: Paola Barreto
Assistência e Edição de vídeo: Aline Paiva
Efeitos especiais: Alexandre Antunes
Mapping e Operação de vídeo: Moana Mayall
Agradecimentos especiais Buenos Aires: Laurencio Amor y Emilia Pazos
Banzo Coreano: Patricia Bárbara

Thursday, 9 February 2012

hipóteses brainstorm

se os textos que não são ditos pelos atores, mas lidos pelos espectadores, fossem sendo escritos a medida em que vão sendo lidos? máquina de escrever, manuscrito, quadro negro?

o jogo com o quadro negro em cena - me agrada - ver video marila dardot :
http://www.mariladardot.com/site/?p=21&lang=pt - mão escreve na lousa e apaga
se a palavra baderna aparecesse escrita como se fosse na cidade? em um container?
ou em uma placa? se houvesse uma palavra, um texto, frase, onomatopeia sobre a fita K7? (a fita k7 num mesmo tratamento do container; coleção, acúmulo)

ou então mui simplesmente a letra branca sobre o fundo negro e uma tipografia fuerte, composition - quem faz as artes gráficas?

ou uma palavra projetada na ruas?
e se projetassemos a lojinha coreana quando eles chegam na janela?








Friday, 25 November 2011

Tá tudo bem



#1
Câmara escura, madeira e brim, 3m x 5m x3m, projeção, sistema de videotracking, banco de imagens (45 min.)

No interior da Caixa, quando não há ninguém, uma cena acontece. Mas se o sistema detecta a presença de alguém no corredor de acesso, a cena se altera.

Caso seja possível entrar sem se fazer notar a cena continuará a mesma?

Visitação
Foyer do Teatro Glauce Rocha, 25 a 30/11
15h às 21h

Sunday, 24 July 2011

palavras


Incrível trabalho de Marila Dardot com as palavras, os livros, as bibliotecas.

Wednesday, 13 July 2011

Curtas e mais curtas

Simples e certeiro.
Vontade de trazer este e outros trabalhos para uma mostra na Curta Cinema.


Saturday, 21 May 2011

Outros olhares

Segue trecho do prefácio de Luís Eduardo Soares ao livro de Marcus Faustini "Guia Afetivo da Periferia". Tem muito a ver com o que falamos ao final de nosso primeiro encontro.
"O narrador-ator que reina nesse espaço discursivo nem de longe corresponde ao sujeito, pilar da representação "especular" do real e caução da verossimilhança. O ator-narrador, aqui, é a máscara, essa persona falsa cuja mentira se revela como tal, promovendo a torção poética de que nos falava Fernando Pessoa: o nome em nome do qual presta testemunho - o
autor/persona/ator/máscara -, desfigurando para reconfigurá-lo, editando a si mesmo e aos
seus sentimentos e memórias para nos confundir e nos separar de nossas convicções naturalizantes e dessensibilizadoras (...)."

Friday, 8 April 2011

Oficina Darcy Ribeiro

Em 8 encontros, 3 objetivos:
1- Investigar as origens de uma possível genealogia do cinema para além do clássico narrativo;
2- Analisar obras de cineastas e artistas visuais contemporâneos que expandem suas criações para galerias, museus, ruas;
3- Produzir uma ocupacão da Escola de Cinema Darcy Ribeiro, com criações originais utilizando projeções, circuito de vídeo e performance.

Bora?

#oficina_livre

"Outros cinemas: Instalação, Performance e Intervenção" - maio/junho às 4a.s! informações:
http://www.escoladarcyribeiro.org.br

Thursday, 17 March 2011

Katarzyna Kosmala

The Rio visit in April 2011 focuses on precarious spaces and addresses a set of contemporary art practices situated within a dialogical paradigm, also referred to as relational aesthetics, in particular exploring its potential for resistance against the market-dominant art production and rather contentious creative industries discourse, in particular in relation to creative labour.

I intend to visit, document and engage with particular artistic projects executed in the context of Rio’s favelas and explore its outreach potential.

I want to engage with nuanced artistic treatments within a dialogic aesthetics frame, particularly in spaces born out of an experience of societal ‘displacement’ and especially within the context of precarious spaces in St American context and in particular in urban Brazil such as street, beach, Rio’s favela, urban void etc. I want to explore potential of these artistic interventions as well as participatory projects in altering subjectivity formation in multiple ways (transformative potential), including the processes of becoming as well as the paradigms of knowledge exchange and educational turn associated with artistic practice and research.

The book project associated with my visit Precarious Spaces: Art & Social/Organisational Change (Eds) is planned, aimed to address some of the promises as well as threats that unpredictability of precarious spaces and dis/placement hold for contemporary visual arts and social change.

Katarzyna Kosmala, PhD is a curator and freelance art writer, Reader at the Centre for Contemporary European Studies, University of the West of Scotland, UK and Visiting Research Fellow at GEXcel, Institute of Thematic Gender Studies, Linköping University & Örebro University, Sweden. She researches and writes on aspects of construction and representation of gender and identity politics in contemporary (visual) culture. She has published in Third Text, N.Paradoxa, Culture and Organization, International Journal of the Arts in Society, Opcje, Obieg, Sekcja Magazyn Artystyczny, Arts Margins. She is also working on her book Imagining Men, Imagining Masculinities.

Saturday, 6 February 2010

no reverse angle


mudei o eixo de uma das câmeras do corredor. ambas ficaram do mesmo lado, no reverse angle.
o personagem sai de uma câmera e entra em cena em outra > próxima.

o ponto cego foi eliminado pela perspectiva > bom.

Thursday, 17 December 2009

Bangu na era da tecnologia


Sabrina Netto

Paulo Nicolella

Rosinha Matheus e Anthony Garotinho testam o sistema de monitoramento por câmeras de Bangu 1: imagens serão gravadas em DVD

Quase dois anos depois de ser destruída por traficantes em uma rebelião no dia 11 de setembro de 2002, a penitenciária Laércio da Costa Pellegrino (Bangu 1) ganhou tecnologia igual à encontrada na famosa Penitenciária de Presidente Bernardes, em São Paulo, onde está preso o traficante Fernandinho Beira-Mar. A obra, de R$ 2,2 milhões, levou cerca de 4 meses para ser concluída. Agora, os 34 internos da penitenciária - com capacidade para 48 - não podem mais ter contato direto com advogados, agentes ou policiais militares, que ficarão separados por vidros à prova de balas. Foram instaladas 72 câmeras, capazes de aproximar 300 vezes uma imagem a 500 metros de distância.

Para o secretário estadual de Administração Penitenciária, Astério Pereira dos Santos, Bangu 1 é uma das mais seguras penitenciárias do país, superando Presidente Bernardes. Mesmo com toda a segurança, o traficante não é bem-vindo de volta ao Rio. A governadora repudia a idéia de ter Beira-Mar no Estado e Astério prefere sugerir possíveis trocas entre presos perigosos de outros estados.

- No enfrentamento do crime organizado, não se pode colocar um líder junto de seus principais associados. Isso gera o enfraquecimento da segurança. Mas o Rio tem condições de receber bandidos de alta periculosidade e está aberto a política de troca estabelecida pela Lei de Execução Penal - garantiu o secretário.

Segundo Astério, as imagens do presídio, exibidas em dois monitores e gravadas em DVD, poderão ser armazenadas por 30 dias. Os pacotes levados pelos visitantes deverão passar por aparelhos de raio X e detectores de metal.

O único contato físico dos presos será na visita familiar ou íntima, já que todas as 48 portas são automáticas e controladas por computador. De acordo com a secretaria, nem mesmo nas refeições ou na saída e entrada de presos nas celas - às 10h e às 17h - os agentes poderão ser vistos. Segundo Astério, um PM fica instalado em uma sala em cada uma das quatro galerias, onde há doze celas individuais.

De acordo com a governadora Rosinha Matheus, em dois meses, uma guarita e uma cerca dupla cortante deverão estar prontas, separando as 5 unidades do Complexo Penitenciário de Bangu dos demais presídios da área.

- Em Bangu 1 jamais acontecerá outro 11 de setembro. Mas não estamos livres disso em todas as 35 unidades. Para a substituição do Complexo da Frei Caneca já temos R$ 90 milhões liberados. Quanto ao Ary Franco, a arquitetura é desumana e o local inadequado. Mas para retirá-lo de lá, só com recursos do Governo Federal, que podem sair no ano que vem - disse Astério.

Para Paulo Ferreira, presidente do Sindicato dos Agentes Penitenciários, a modernização da unidade não passa de mera propaganda.

- Por que um presídio com capacidade para 48 presos tem tecnologia, 10 agentes e dois policiais militares, se outro ao lado abriga cerca de 1.400 internos monitorados por apenas 10 agentes ? - questiona Paulo, usando como exemplo o presídio Vicente Piragibe, uma área de 78 mil metros quadrados. Bangu 1 tem cerca de 4 mil metros quadrados.

Ontem, a secretaria de Controle e Gestão liberou R$ 14,9 milhões para a construção do Complexo Penitenciário de Japeri e do Presídio de Campos dos Goytacazes.

Monday, 17 August 2009

a la recherche




cabine do vigia : sala de mixagem-montagem-mash up

Thursday, 13 August 2009

curto circuito


novas possibilidades de parceria e colaboração com artistas interessados em experiências de live cinema, improviso, intercambialidade vida e arte e tecnologia e teatro. vamos avançando e encontrando nossos pares. agora só falta chover dinheiro!