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Monday, 13 February 2012

Modéstia


Concepção e Direção de vídeo: Paola Barreto
Assistência e Edição de vídeo: Aline Paiva
Efeitos especiais: Alexandre Antunes
Mapping e Operação de vídeo: Moana Mayall
Agradecimentos especiais Buenos Aires: Laurencio Amor y Emilia Pazos
Banzo Coreano: Patricia Bárbara

Friday, 10 February 2012

imagem - veneziana



como se a imagem fosse um planofrente e versolado A lado Bde um lado tivessemos o trem por exemploe do outro a palavraesconde escondeveneziana palavra imagem
um projeção cinemática
cinematográfica
aproveitando o espaço entre
godard
entre imagens
entre palavras
entre as frestas do cenário
entre a argentina e a rússia
entre eu e você

Sunday, 15 May 2011

Outros cinemas: instalação, performance, intervenção


Oficina prática e teórica que propõe o cruzamento entre linguagens, explorando novas formas e arquiteturas para o audiovisual

A partir da análise de uma seleção de trabalhos de cineastas e artistas contemporâneos o curso apresenta uma nova abordagem para a experiência audiovisual além do dispositivo clássico da sala escura de projeção.
Ao longo do curso o grupo será orientado no desenvolvimento de criações próprias, que respondam aos conceitos levantados e interpretem ferramentas como vídeo instalação, performance e intervenção, explorando formas pictóricas e escultóricas que colocam em cena o próprio cinema.

08 encontros – 1 vez por semana às 4a.s feiras - informações - http://www.escoladarcyribeiro.org.br/




Ementa

18/05 – 1. Introdução. Apresentação da proposta do curso. Exibição de trabalhos de diferentes períodos da historia do cinema e das artes visuais que contribuem para a reflexão sobre o cruzamento entre os campos da produção de imagens na instalação, na performance e na intervenção.
1.1. A dimensão arquitetural do cinema e o aspecto escultural da luz: projeção, tela, monitor.
1.2. O lugar do espectador, o espaço de projeção e o suporte de projeção.
1.3. A performatividade do ato cinematográfico: o filme como acontecimento.
1.4. O filme fora da tela: o cinema como ato social e político.

25/05 – 2. Poéticas do espaço Experimentando a arquitetura da projeção – o filme-objeto e a materialidade do suporte. Mudanças na percepção do espaço a partir da relação com filmes/vídeos. Circuito de vídeo e espacialização do olhar. (Chris Marker, Agnes Varga, Douglas Gordon, Dan Graham, Bil Viola, Bruce Nauman etc)

01/06 – 3. Corpo e presença Performance e cinema: construção do filme a partir da presença do espectador-ator-autor : embaralhamento e troca de papeis. Estudos do corpo. Cinema e cena: dança, teatro. Riscos do acaso. (Neville de Almeida, Helio Oiticica, Cao Guimarães, Bruno Vianna, Christianne Jatahy etc)

08/06 – 4. Observação, ocupação, significação. Intervenção em espaços públicos e privados. Videomapping, projeções em larga escala, projeções em lugares precários. Projeções de filmes/ videos como formas de territorialização. (Rafael Lozano-Hemmer, Lucas Bambozzi, Michele Teran etc)

15/06 – 5. Prática. Propostas dos alunos para ocupação da escola e entorno a partir das estratégias estudadas. Mapeamento do espaço com câmeras. Cartografias. Divisão por grupos de trabalho.

22/06 – 6. Prática. Captações, testes e preparação dos projetos. Edição de materiais (possivelmente em dia extra)

29/06 – 7. Prática. Montagem e Apresentação pública dos projetos.

06/06 – 8. Conclusão. Avaliação/ revisão do processo.

Bibliografia básica:
BAMBOZZI, Lucas (Org). Mediação, tecnologia e espaço público: panorama crítico da arte em mídias móveis. São Paulo: Conrad Editora do Brasil, 2010.
BOGART, Anne. A Director prepares: seven essays on art and theatre. London: Routledge, 2001.
DUBOIS, Philippe. Cinema, vídeo, Godard. São Paulo: Cosac Naify, 2004.
DUGUET, Anne Marie. Déjouer l’image: créations électroniques et numériques.
Paris: CNAP et Éditions Jacqueline Chambon, 2002.
MACIEL, Kátia (Org) Transcinemas. Rio de Janeiro: Contra Capa Livraria, 2009.
MACHADO, Arlindo. Pré-Cinemas & Pós-Cinemas. Campinas : Papirus, 1997.
RUSH, Michel. Novas mídias na arte conteporânea. São Paulo: Martins Fontes, 2006
YOUNGBLODD, Gene. Expanded Cinema. NY: E.P. Dutton & CO., Inc, 1970

Wednesday, 6 April 2011

links cartografia

http://cargocollective.com/tupeq#792328/Arquivo-1-Visitas
http://www.geografiaportatil.org/
http://www.blasttheory.co.uk/bt/work_cysmn.html
http://andrelemos.info/2011/01/dead-drops-erotismo-e-midia-locativa/

Thursday, 17 March 2011

Katarzyna Kosmala

The Rio visit in April 2011 focuses on precarious spaces and addresses a set of contemporary art practices situated within a dialogical paradigm, also referred to as relational aesthetics, in particular exploring its potential for resistance against the market-dominant art production and rather contentious creative industries discourse, in particular in relation to creative labour.

I intend to visit, document and engage with particular artistic projects executed in the context of Rio’s favelas and explore its outreach potential.

I want to engage with nuanced artistic treatments within a dialogic aesthetics frame, particularly in spaces born out of an experience of societal ‘displacement’ and especially within the context of precarious spaces in St American context and in particular in urban Brazil such as street, beach, Rio’s favela, urban void etc. I want to explore potential of these artistic interventions as well as participatory projects in altering subjectivity formation in multiple ways (transformative potential), including the processes of becoming as well as the paradigms of knowledge exchange and educational turn associated with artistic practice and research.

The book project associated with my visit Precarious Spaces: Art & Social/Organisational Change (Eds) is planned, aimed to address some of the promises as well as threats that unpredictability of precarious spaces and dis/placement hold for contemporary visual arts and social change.

Katarzyna Kosmala, PhD is a curator and freelance art writer, Reader at the Centre for Contemporary European Studies, University of the West of Scotland, UK and Visiting Research Fellow at GEXcel, Institute of Thematic Gender Studies, Linköping University & Örebro University, Sweden. She researches and writes on aspects of construction and representation of gender and identity politics in contemporary (visual) culture. She has published in Third Text, N.Paradoxa, Culture and Organization, International Journal of the Arts in Society, Opcje, Obieg, Sekcja Magazyn Artystyczny, Arts Margins. She is also working on her book Imagining Men, Imagining Masculinities.

Friday, 20 August 2010

Ajuda dos universitários

Lucas mandou duas referências sensacionais de construções mui poéticas a partir de registros de imagens da cidade.
A primeira ajuda a me convencer de que a manipulação das imagens é algo interessante e bem vindo, fazê-la live é o desafio que, espero, Modul8 vai me ajudar a conseguir.

Little Big Berlin from pilpop on Vimeo.



A outra vai por link. "Quando você falou trabalhar com espelhos na rua na sua oficina do FBCU me lembrei disso. Agora achei online. Video berlinense lindo demais."

Tuesday, 8 June 2010

MAPEAMENTO ARTISTAS/ATIVISTAS - VIGILANCIA

Estamos mapeando artistas (e/ou ativistas) latino-americanos que trabalham com o tema da vigilância e do controle.

Quem tiver trabalho(s) nesta área e/ou souber de outros trabalhos artísticos (e/ou ativistas) com câmeras de vigilancia, RFIDs, GPS, e afins no Brasil, Argentina, Uruguai, Chile, Venezuela, Colombia, etc., favor entrar em contato: manifestese@manifesto21.com.br

Agradecemos a divulgação e colaboração desde já!

Tuesday, 6 October 2009

next stop

Evento promovido pelo Atelier da Imagem este mês ocupa o Cine Glória por 04 dias. Participo de um debate coordenado pelo Cezar no dia 28, às 19h, cf. programação abaixo. Vou aproveitar para testar algumas das idéias desenvolvidas para o projeto de doutorado.

DIA 28 – RUMOS DE LINGUAGENS E INTERAÇÃO DE SUPORTES

Quando a convergência e a interação de linguagens e suportes apresentam-se como um fenômeno praticamente inevitável, diferenças entre questões de ordem semântica e técnica tornam-se cada vez mais tênues. O advento da tecnologia digital possibilitou o rompimento de limites de linguagem antes impostos pelo mundo ótico, alforriando a criatividade do realizador e transformando o processo de realização técnica em um evento de importância semântica - ou seja, o que se quer dizer está cada vez mais condicionado a um processo de escolha de como dizer. Além da interação cinema, vídeo, fotografia, música e artes plásticas, recentemente vemos as artes cênicas incorporando dispositivos imagéticos e tecnológicos na concepção cenográfica dos espetáculos. Pensar em arte, hoje, significa passear livremente por um terreno híbrido de possibilidades, criar novas e bem-sucedidas parcerias e extrapolar os limites até então estabelecidos na arte moderna.

TARDE (16H)

MOSTRA AUDIOVISUAL: FILMES DISPOSITIVOS
Curadoria e apresentação: Cezar Migliorin

O dispositivo é a introdução de linhas ativadoras em um universo escolhido. O dispositivo pressupõe duas linhas complementares: uma de extremo controle, regras, limites, recortes e outra de absoluta abertura, dependente da ação dos atores e de suas interconexões. Como inventar regras e situações para que o inesperado apareça? Como lidar com as forças do acaso? Apresentaremos obras fundadoras da experiência com a estrutura da forma, como Serene Velocity (1970), de Ernie Gehr e Walking in a Exaggerated Manner (1967-68), de Bruce Nauman, a despretensão e a "disciplina da cachaça" do vídeo de Geraldo Anhaia Mello, A Situação (1978), até o contemporâneo Rua de Mão Dupla, de Cao Guimarães.

NOITE (19H)
DEBATE RUMOS DE LINGUAGENS E INTERAÇÃO DE SUPORTES com Muti Randolph, Cao Guimarães e Paola Barreto

Mediação: Cezar Migliorin

CAO GUIMARÃES
Premiado cineasta e conceituado artista plástico, desde o fim dos anos 80 exibe seus trabalhos em diferentes museus e galerias nacionais e internacionais. Participou de bienais em SP e no México, tem obras adquiridas por importantes coleções como Tate Modern, Guggenheim Museum, MoMa-NY, entre outros.

CEZAR MIGLIORIN
Pesquisador e ensaísta. Professor adjunto do Departamento de Cinema e Vídeo da UFF. Membro do Programa de Pós-graduação em Comunicação da UFF. Doutor pela ECO-UFRJ / Sorbonne Nouvelle, Paris III.

MUTI RANDOLPH
Pioneiro no Brasil na utilização de computadores como ferramenta (e suporte) para artes visuais, trabalha desde 1989 com produção de imagens para publicidade, projetos comerciais de design, ilustração, cenografia e mais recentemente arquitetura de ambientes e design 3D. Tem grande interesse em musica e tecnologia e explora em seus trabalhos a relação entre música, luz e espaço. (www.muti.cx)

PAOLA BARRETO
Cineasta, pesquisadora e professora. Premiada no Brasil, Alemanha e Argentina, exibiu seus filmes no ICA de Londres, na Cinemateca alemã de Berlim, e em Festivais no Japão, Canadá e Cuba. Mestre em Comunicação pela UFRJ, vive e trabalha no Rio de Janeiro.

Thursday, 25 June 2009

différence et répétition

rigorous preparation
to became ready
to embrace
chance

Tuesday, 9 September 2008

videotrace

pessoal do Australian Centre for Visual Technologies investe pesado na pesquisa

Sunday, 1 June 2008

http://www.sleeveface.com/


Uma forma totalmente analógica de jogar com uma idéia que mescla imagem real, ilusão de ótica e produtos da indústria cultural - no caso capas de disco de vinil.
de tabela coloca em questão perspectiva albertiana e resignificação de imagens dadas, sem falar na criação da comunidade virtual. lesgal.

Thursday, 17 April 2008

Bill Viola

O som tem qualidades ímpares se comparado à imagem - faz curvas, atravessa paredes, é sentido simultaneamente 360 graus em torno do observador e pode até penetrar o corpo. (...) Isso me deu um guia de como utilizar espaços, como criar trabalhos que incluíssem o espectador, (...) passei a usar minha câmera como uma espécie de microfone, passei a pensar em gravar "campos" e não "pontos de vista".

Saturday, 17 November 2007

duas coisas de virilio

dica genial e completamente oportuna do sempre instigante blog da querida orientadora fernada bruno, txt do paul virilio.

"d’une tout autre image, débutera, et avec celle-ci la mise en œuvre de la toute dernière perspective : la perspective du temps réel. Evénement dont l’importance historique et politique sera en tout point analogue à l’invention de la perspective de l’espace réel à l’époque de la Renaissance italienne."

só pra não passar batida, minha cautela com o paul virilio:
há algum tempo lendo guerra e cinema, em versão brasileira, uma afirmação incompleta me deixou incomodada:
"segundo o escritor jay doblin, hitler era também o maior criador de logotipos de sua época: o desenho da suástica, por exemplo desencadeia fortes conotações afetivas, não se confunde com nenhum outro símbolo e é de uma simplicidade que continua a impressionar."
meu incômodo deve-se ao fato dele citar autores que analisam a suástica, e em nenhum momento faz menção à origem do desenho, na verdade um yantra que tem milhares de anos, e simboliza uma máquina visual que evoca a vitória espiritual. Hitler apropriou-se deste símbolo milenar, girando-o, ou seja colocando a máquina em movimento. Ele não o criou.
o verbete da wikipedia nos diz alguma coisa:
A palavra "suástica" deriva do sânscrito svastika (...) Ela é formada do prefixo "su-" (cognata do grego ευ-), significando "bom, bem" e "-asti", uma forma abstrata para representar o verbo "ser". Suasti significa, portanto, "bem-ser". O sufixo "-ca" designa uma forma diminutiva, portanto "suástica" pode ser literalmente traduzida por "pequenas coisas associadas ao que traz um bom viver (ser)". O sufixo "-tica", independentemente do quanto foi dito, significa literalmente "marca". Desta forma na Índia um nome alternativo para "suástica" é shubhtika (literalmente, "boa marca"). A palavra tem sua primeira aparição nos clássicos épicos em sânscrito Ramayana e Mahabharata.