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Sunday, 4 March 2012

Por modéstia

Peça de Pedro Brício com videoprojeções mapeadas sobre o cenário.
Em cartaz no Centro Cultural Correios
Até 15 abr 2012
dom, qui, sex e sáb 19:00
R$ 20.00

Friday, 17 February 2012

Modéstia


Os doze trabalhos de Hércules II

Moana mapeando comps de Alexandre e Aline. Muito phino.



Monday, 13 February 2012

Modéstia


Concepção e Direção de vídeo: Paola Barreto
Assistência e Edição de vídeo: Aline Paiva
Efeitos especiais: Alexandre Antunes
Mapping e Operação de vídeo: Moana Mayall
Agradecimentos especiais Buenos Aires: Laurencio Amor y Emilia Pazos
Banzo Coreano: Patricia Bárbara

Saturday, 11 February 2012

Friday, 10 February 2012

imagem - veneziana



como se a imagem fosse um planofrente e versolado A lado Bde um lado tivessemos o trem por exemploe do outro a palavraesconde escondeveneziana palavra imagem
um projeção cinemática
cinematográfica
aproveitando o espaço entre
godard
entre imagens
entre palavras
entre as frestas do cenário
entre a argentina e a rússia
entre eu e você

Thursday, 9 February 2012

hipóteses brainstorm

se os textos que não são ditos pelos atores, mas lidos pelos espectadores, fossem sendo escritos a medida em que vão sendo lidos? máquina de escrever, manuscrito, quadro negro?

o jogo com o quadro negro em cena - me agrada - ver video marila dardot :
http://www.mariladardot.com/site/?p=21&lang=pt - mão escreve na lousa e apaga
se a palavra baderna aparecesse escrita como se fosse na cidade? em um container?
ou em uma placa? se houvesse uma palavra, um texto, frase, onomatopeia sobre a fita K7? (a fita k7 num mesmo tratamento do container; coleção, acúmulo)

ou então mui simplesmente a letra branca sobre o fundo negro e uma tipografia fuerte, composition - quem faz as artes gráficas?

ou uma palavra projetada na ruas?
e se projetassemos a lojinha coreana quando eles chegam na janela?








Friday, 25 November 2011

Tá tudo bem



#1
Câmara escura, madeira e brim, 3m x 5m x3m, projeção, sistema de videotracking, banco de imagens (45 min.)

No interior da Caixa, quando não há ninguém, uma cena acontece. Mas se o sistema detecta a presença de alguém no corredor de acesso, a cena se altera.

Caso seja possível entrar sem se fazer notar a cena continuará a mesma?

Visitação
Foyer do Teatro Glauce Rocha, 25 a 30/11
15h às 21h

Thursday, 7 April 2011

Ten Chi

Erotismo delicadeza ternura e tesão.

Woman's touch.

Translumbrantes tecidos caimentos nos corpos membros voando prolongando-se na escuridão do cenário, cauda de baleia fundo de um oceano primitivo de amor e sentimento superfície do mar de neve e sonho.

Carinhos, arroubos, lampejos e risos.

Força, leveza, rasgando, cortando, humor ironia brincadeira séria.

Oh, Pina!

Sunday, 17 October 2010

COREOGRAFIA PARA PREDIOS, PEDESTRES E POMBOS

intervenção_urbana live_streaming video_instalação cinema_ao_vivo

De 28 de Outubro a 13 de Novembro

quintas e sextas às 17 hs
sábados às 11:30 hs e 13:30 hs

Oi Futuro Flamengo 8º piso e Largo do Machado


Durante três meses onze bailarinos e uma equipe de pesquisa e gravação ocuparam o Largo do Machado com uma série de intervenções coreográficas camufladas.

Quatro câmeras foram instaladas no alto de edifícios que circundam a praça, produzindo, com suas vistas topográficas e seu olhar vigilante, imagens nas quais os bailarinos misturam-se aos pedestres, confundindo a distinção entre quem está “atuando” e quem está “vivendo”.

O material gravado, além de documentar um processo de criação ao longo do tempo, constitui um imenso banco de imagens do cotidiano do bairro.

Desta experiência de ocupação resulta um espetáculo que mistura dança e cotidiano, imagens gravadas e imagens em tempo real.

O material é editado, sonorizado e projetado em uma performance de “cinema ao vivo”.

O espectador pode escolher entre assistir a esta performance no 8º piso do Oi Futuro, ou através de live streaming na internet - ou ainda sair à procura das intervenções ao vivo no Largo do Machado.

Friday, 13 August 2010

campo de batalha

Hoje de manhã no Largo do Machado aconteceu uma disputa de território.

Os moradores de rua que ficam ali em frente a Igreja, debaixo das árvores, próximo à Gago Coutinho, partiram para cima dos performers, que estavam fazendo um jogo de cruzar o espaço em frente ao chafariz soltando bolsas no chão, um jogo que chegou a acontecer uma vez, mas que foi atravessado pela invasão dos mendigos, bêbados, revoltados, atacando, distribuindo tapas e xingamentos, tenso.

Estamos na rua, estamos à beira dos ataques, chama a policia, chamar a policia é pior, vem o mendigo articulado "quando a policia vem aqui dar porrada na gente vocês não vêm filmar".

Subimos para a galeria Condor, com licença, vocês tem autorização para estar aqui?

Monday, 26 April 2010

corte seco is back again

corte seco de volta aos palcos do rio
o teatro de arena do planetário é pequeno



as dimensões do teatro são diminutas, e a peça pede espaçamento, espacializações, diagonais, diagramas, etc.

ali apertado o corte ainda está achando o seu tamanho, tá meio alice, mas é bom, é vivo, hj a chris entrou em cena, o du desobedeceu, foi louco, intenso, bom.

queria que as tvs pudessem ser menores, os totens tb, e fiquei arrasada com o que fizeram com os cabos, enfim, amém...

Monday, 30 November 2009

refletindo sobre corte-seco II

Aviso aos navegantes do Corte Seco:
As imagens exibidas nas telas em cena não são pré-gravadas.
Elas estão sendo captadas, ao vivo, durante o espetáculo.
A bem da verdade imagens estão sendo captadas o tempo todo, em nossos elevadores, estacionamentos, espaços públicos e privados. As pessoas vivem sob a mira de cameras 24h/dia, mas estão completamente esquecidas disto. Meu trabalho com imagens desta natureza tem consistido precisamente em apontar para esta presença ostensiva, e propor uma apropriação artística destes dispositivos.
Para o espetáculo de Chris Jatahy, desenvolvi um circuito fechado de vídeo, que foi instalado no Espaço Sergio Porto, sob a minha coordenação. Até o final de dezembro eu mesma estarei operando este circuito em cena.
A despeito de todas as evidências, me disseram que os espectadores da peça de teatro resistem a crer que as imagens sejam produzidas em tempo real. Achei este dado interessante, e a meu ver totalmente pertinente dentro da proposta do espetáculo, que pretende borrar fronteiras entre realidade e ficção. Mas me pergunto: a que se poderia atribuir esta descrença? Será que para estes espectadores, educados audiovisualmente pelo cinema, a imagem seria tomada como um artefato produzido para um efeito ficcional, necessariamente em um momento anterior aquele em que a assistimos? Seria por isto talvez que o público resistiria a tomá-la em sua imediatez automática? Mas e a televisão? Já não teria modificado, com suas entradas ao vivo, esta relação de tempo com a imagem?
Conclusão possível: o público acredita naquilo que quer. Não se pode forçá-lo a crer que sim, as imagens estão sendo geradas naquele preciso momento. Eu particularmente incluiria sim momentos pré-gravados, a fim de tornar as zonas de indiscernibilidade ainda mais complexas, mas Christianne prefere tomar a direção oposta. Para isto penso que podemos trabalhar mais no sentido de expandir as encenações para os espaços televisionados, colocando-os em maior diálogo e maior tensão com o que acontece em cena. Investir na contiguidade entre o espaço do palco e os anexos videovigiados - venho apontando para esta necessidade há algum tempo. Jogar mais com os monitores em cena - atribuir-lhes os verbos das cadeiras, por exemplo. Mas sei que são muitos detalhes a serem ajustados, e espero que nesta próxima etapa, agora que já estreamos, a presença do vídeo em cena possa ser afinada, aprimorada e melhor aproveitada.

Sunday, 29 November 2009

A Criação de um Espetáculo - Processo Criativo e Colaborativo

Dani Fortes enviou imagens do trabalho de Sara Ramo, que lembra e muito os entrelaçados do Corte-Seco.
As referências, influências, citações e parentescos entre obras anteriores e o espetáculo que se está a desenvolver é um dos temas do curso que Dani Lima e eu vamos ofecerer no Laboratório do Estação em Fevereiro de 2010 .


A Criação de um Espetáculo - Processo Criativo e Colaborativo

Com Dani Lima e Paola Barreto

Resumo do Curso:

Como transformar inspirações, referências e conceitos em cenas? Quais as vantagens e desvantagens do processo colaborativo? Em 4 encontros serão apresentados os desafios e os processos de decisão envolvidos na criação de um espetáculo cênico, tendo como referência o projeto “Pequeno inventário de lugares-comuns”, realizado por Dani Lima e artistas convidados em 2009.

Carga Horária: 4 aulas de 3hrs.

As aulas serão expositivas e contarão com a exibição comentada de textos e imagens produzidos e consultados nos 4 meses de desenvolvimento do espetáculo







Saturday, 24 October 2009

reflexões corte-seco

Relações possíveis entre pessoas e imagens:
Em dados momentos do espetáculo esta relação é explícita e diretamente evocada pelo elenco:
Tereza/Leo/Paulo.
Tereza/Du/Dani .
Saídas, entradas e cenas extra/campo.
A imagem é apontada pelos personagens/atores, e literalmente descrita.
Como ultrapassar a descrição? Como mudar esta relação e adicionar um comentário, fissura, divergência? Como narrar/ interiorizar/ dialogar ...
Branca
Felipe
Felipe e Paulo
Tereza
Dani/Felipe
Du e Branca
Estelinha e Cris
A presença da imagem em cena: o viewpoint tem que chegar nas telas. Há um ruído quando o jogo se estabelece no palco, entre os atores e as cadeiras, mas os monitores permanecem ali, apenas como um papel de parede. Sofro.
Introduzir a tela fora do ar (a tela branca) a interrupção, a falha, a ausência, a negação.
As imagens são puro risco. Não temer o risco nas imagens. O que escapa nas imagens. As imagens como o que escapa e não como o que se apreende! (Renata tentando entrar, funcionários do teatro que vêm e vão, reações do público)
Excelente: quando se empurram os totens e as telas se reconfiguram no espaço, de lado, de costas, resistindo ao olhar, tratadas em sua materialiade e não somente em sua 'janela para outro espaço(tempo?)', elas tornam-se autônomas, ganham um valor em si, isto também é ótimo.
A imagem ob-scena (fora da cena) x a imagem no proscenio.
Grande qualidade do espetáculo: imprevisibilidade. uma dramaturgia onde podemos ir para qualquer direção a qualquer momento. O espectador é pego pelo que há de enigma, e não pelo que há de clareza. Bom isso. Códigos abertos. Desdobrados.
Para lembrar Debord: na sociedade do espetáculo as relações entre as pessoas são mediadas por imagens.

Thursday, 2 July 2009

work in progress

composition for cctv during dance on focus festival - rio de janeiro 2009
workshop by paola barreto

the workshop will take place on the second weekend of july

first i will present a selection of different works on video, performance, film, theater and dance that explores surveillance images through different art dispositifs (luksch, teran, viola, nauman, calle, graham, paik, etc.) the idea is to place my proposal in a context of contemporary art and academic discussion.

on the second half, we will organize the ideas and concepts raised during the analisys of the works presented: insecurity, fear, terrosism, melancholia, voyeurism, attention, suspicion, stereotypes, curiosity, doubt, fact&fiction and others (i need some time to organize it better, hope i'll get it in paraty!)

on the second day of the workshop we we will develop a partiture and a grammar of moves, actions and behaviors over wich we could develop a choreography for spaces under surveillance.

horizon is more clear. (i hope)

Sunday, 21 June 2009

Live Cinema and me

My friend, Producer and Director Marcia Derraik, just sent me a link to a Live Cinema discussion panel that took place in BCN 3 years ago, organized by curator and artist Solu.
I've read some of the texts included on the excellent publication made by the event, and there are some real good issues on realtime creation, and how audiovisual composition is an idea already present in the beginning of the cinema with the work of russians Eisenstein, Kuleshov, Vertov, Pudovkin.
But in the other hand, I am not sure if I would define Live Cinema as an non-narrative form of art. What I intend to do is exactly force the limits os what is narrative and what is not, what is a supposed "objective" narration and a subjective understanding of a scene (and here I approach with the deleuzian comprehension of an organic regime x cristaline regime) Other point: in their definition, theater is not included in the disciplines mixed by Live Cinema artists, and for me it is crucial.