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Sunday, 25 December 2011

Arremate

O Edital mais interessante dos últimos tempos: Nuvem em Mauá.
Imperdjével! Inscrições para artistas residentes só até 02/01/12

Friday, 25 November 2011

Tá tudo bem



#1
Câmara escura, madeira e brim, 3m x 5m x3m, projeção, sistema de videotracking, banco de imagens (45 min.)

No interior da Caixa, quando não há ninguém, uma cena acontece. Mas se o sistema detecta a presença de alguém no corredor de acesso, a cena se altera.

Caso seja possível entrar sem se fazer notar a cena continuará a mesma?

Visitação
Foyer do Teatro Glauce Rocha, 25 a 30/11
15h às 21h

Thursday, 30 June 2011

Atelier aberto Outros Cinemas

Documentário - experimento - fantasmagoria

sexta 01 julho
segunda 04 de julho

tvs de tubo
microcâmeras
projetores
voil, tricoline, algodão cru, nylon, parafusos

Convidamos para o atelier aberto com
apresentação dos trabalhos produzidos pela
Oficina Outros Cinemas
na Escola de Cinema Darcy Ribeiro.

Experimentando possibilidades e impossibilidades de ocupação da Escola, os trabalhos colocam em cena espaços reais e imaginados, utilizando diferentes dispositivos.

paoleb + Gabriel Bilig, Luang, Marianna Olinger, Julia Favoretto, Fernanda, Alice, Lia


FRANCISCO
Instalação 2 canais : Câmera de vigilância e projeção

Francisco é porteiro da Escola de Cinema Darcy Ribeiro há menos de um ano.





PORTARIA
Projeção e Edição ao vivo

Portas reais, portas de luz, portas trancadas, portas falsas, portas que não levam a lugar algum, portas às quais não se tem acesso... jogo de sombras.




REFORMORFE
Vídeo-instalação

Séries de fotografias captadas durante a reforma do prédio da Escola diluem-se umas nas outras.





QUARTO COM VISTA
Projeção

Da janela a vista da rua: streetview.

Esquina Rua da Alfândega com Primeiro de Março de 19h as 21h

paoleb + Gabriel Bilig, Luang, Marianna Olinger, Julia Favoretto, Fernanda, Alice, Lia

Wednesday, 18 May 2011

ENCONTRO 1


Oficina começou aqui na Darcy com um grupo muito interessante e bem heterogêneo. Vamos trabalhar nos primeiros encontros pra criar um vocabulário comum, desenvolvendo um repertório de referências e interesses que atravessem todos.
Não queria abrir os trabalhos falando de vigilância, mas como não poderia deixar de ser neste encontro de introdução da proposta acabei falando do trabalho de Dan Graham, mas não me lembrei de jeito nenhum de seu nome na hora!
Amanhã à noite posto a aula de hoje revisada.

Sunday, 15 May 2011

Outros cinemas: instalação, performance, intervenção


Oficina prática e teórica que propõe o cruzamento entre linguagens, explorando novas formas e arquiteturas para o audiovisual

A partir da análise de uma seleção de trabalhos de cineastas e artistas contemporâneos o curso apresenta uma nova abordagem para a experiência audiovisual além do dispositivo clássico da sala escura de projeção.
Ao longo do curso o grupo será orientado no desenvolvimento de criações próprias, que respondam aos conceitos levantados e interpretem ferramentas como vídeo instalação, performance e intervenção, explorando formas pictóricas e escultóricas que colocam em cena o próprio cinema.

08 encontros – 1 vez por semana às 4a.s feiras - informações - http://www.escoladarcyribeiro.org.br/




Ementa

18/05 – 1. Introdução. Apresentação da proposta do curso. Exibição de trabalhos de diferentes períodos da historia do cinema e das artes visuais que contribuem para a reflexão sobre o cruzamento entre os campos da produção de imagens na instalação, na performance e na intervenção.
1.1. A dimensão arquitetural do cinema e o aspecto escultural da luz: projeção, tela, monitor.
1.2. O lugar do espectador, o espaço de projeção e o suporte de projeção.
1.3. A performatividade do ato cinematográfico: o filme como acontecimento.
1.4. O filme fora da tela: o cinema como ato social e político.

25/05 – 2. Poéticas do espaço Experimentando a arquitetura da projeção – o filme-objeto e a materialidade do suporte. Mudanças na percepção do espaço a partir da relação com filmes/vídeos. Circuito de vídeo e espacialização do olhar. (Chris Marker, Agnes Varga, Douglas Gordon, Dan Graham, Bil Viola, Bruce Nauman etc)

01/06 – 3. Corpo e presença Performance e cinema: construção do filme a partir da presença do espectador-ator-autor : embaralhamento e troca de papeis. Estudos do corpo. Cinema e cena: dança, teatro. Riscos do acaso. (Neville de Almeida, Helio Oiticica, Cao Guimarães, Bruno Vianna, Christianne Jatahy etc)

08/06 – 4. Observação, ocupação, significação. Intervenção em espaços públicos e privados. Videomapping, projeções em larga escala, projeções em lugares precários. Projeções de filmes/ videos como formas de territorialização. (Rafael Lozano-Hemmer, Lucas Bambozzi, Michele Teran etc)

15/06 – 5. Prática. Propostas dos alunos para ocupação da escola e entorno a partir das estratégias estudadas. Mapeamento do espaço com câmeras. Cartografias. Divisão por grupos de trabalho.

22/06 – 6. Prática. Captações, testes e preparação dos projetos. Edição de materiais (possivelmente em dia extra)

29/06 – 7. Prática. Montagem e Apresentação pública dos projetos.

06/06 – 8. Conclusão. Avaliação/ revisão do processo.

Bibliografia básica:
BAMBOZZI, Lucas (Org). Mediação, tecnologia e espaço público: panorama crítico da arte em mídias móveis. São Paulo: Conrad Editora do Brasil, 2010.
BOGART, Anne. A Director prepares: seven essays on art and theatre. London: Routledge, 2001.
DUBOIS, Philippe. Cinema, vídeo, Godard. São Paulo: Cosac Naify, 2004.
DUGUET, Anne Marie. Déjouer l’image: créations électroniques et numériques.
Paris: CNAP et Éditions Jacqueline Chambon, 2002.
MACIEL, Kátia (Org) Transcinemas. Rio de Janeiro: Contra Capa Livraria, 2009.
MACHADO, Arlindo. Pré-Cinemas & Pós-Cinemas. Campinas : Papirus, 1997.
RUSH, Michel. Novas mídias na arte conteporânea. São Paulo: Martins Fontes, 2006
YOUNGBLODD, Gene. Expanded Cinema. NY: E.P. Dutton & CO., Inc, 1970

Wednesday, 6 April 2011

links cartografia

http://cargocollective.com/tupeq#792328/Arquivo-1-Visitas
http://www.geografiaportatil.org/
http://www.blasttheory.co.uk/bt/work_cysmn.html
http://andrelemos.info/2011/01/dead-drops-erotismo-e-midia-locativa/

Friday, 3 September 2010

o melhor dos cenários


aprendendo coisas demais
estreitando o largo e alargando os horizontes
a rede está a caminho

Wednesday, 14 April 2010

panopticon performance way

Dear All

Thank you vey much for the messages.
This discussion is very important.
I had a similar one with Manu Luksh about my art work, which uses cctv images to create live cinema spectacles.
Brazilian coreographer Dani Lima, a friend of mine, is also having the same discussion with Leipziger Kamera group, once she is about to do a dance performance using cctvs in Leipzig in June.
As filmmakers, our struggle is not only against surveillance, but also for freedom in audiovisual language, and this is not a "smaller" fight.
Classic Narrative Codes are also a control tool, as we all know.
What is interesting, is that to "read" CCTV images, monitors are based on this codes - continuity, contiguity, linearity, realism (effect de réel).
For me, surveilance images ara a very intersting field to make experiments on this audiovisual codes - usually taken for granted - and break them, installing ambiguity inside an image always expected to be "real" - the surveillance image.
This doesn't mean that I am not against surveillance, but that I use surveillance as a platform to discuss filmmaking, cognition and perception.
I would like to publish this discussion in my blog, if you don't mind.

Hope to year from you soon,
Best
Paola



2010/4/12 Bill NOT BORED!

> Did I clarify your doubt? So, we are in favor of "democratized" media, but
> we can't be naif on its complex structure and process...

yes, thank you Milena.

2010/4/8 milena sz.
- Ocultar texto das mensagens anteriores -

Hi Bill,

when we talk about it during lectures and/or workshops, we use to tell about brazillian (sao paulo) streets and specific audience situations (and its feedback), i.e. a path about these last 7 years of this artwork.

During "Surveillance Wireless Vj'ing Performance" we tried to insert a discussion inside our community and society: The Panopticon Manifesto (printed one as audiovisual ones) used to talk about surveillance(control)+spectacle(media)=consumption(system). We used to dialogue with different audiences about surveillance, spectacle, new media and art-activism detournement issues on our everydayness (streets and festivals).

At that time we wrote also a linear text about it. I'll put an excerpt here:
(if you'd like I can send to you the whole text, but my english is not pretty well)

"Everywhere you walk there’s something spying you: since a surveillance public camera to your tracked-cellphone by a global position system or just by your mobile telecommunication service... An electronic and digital data machine eye and all we have to do is smile: “Smile, you are being taped”. Bentham — the panopticon inventor — presented his system based in control principles and productivity of a capitalist society. Foucault came after talking beyond population and security, but also circulation. Where you look and are looked, being tracked all time in. Who’s spy on whom? Who’s chasing who? The panopticon efficacy is realized when everybody participates of this in some way. That's the mechanism of this power.

...

In our online networked life, everything can appeared like a transparence, a kind of digital democracy in a naif perspective: it makes to believe that you're 'free' to manifest yourself to the world, on live. But these digital systems are tracking us not just at virtual but also at physical space...

..."

Did I clarify your doubt? So, we are in favor of "democratized" media, but we can't be naif on its complex structure and process... (...) please, take a look at http://blog.manifesto21.com.br/2008/09/25/panoptico/


On Wed, Apr 7, 2010 at 12:38 PM, Bill NOT BORED! wrote:

It isn't clear to me if these performances are arguing against
surveillance or in favor of "democratized" media.

clarification please?

thank you

On Tue, Apr 6, 2010 at 4:45 PM, milena sz. wrote:
> Hi art-surveillance/sousveillance friends!
>
> At least, we uploaded a short documentation about our 'old' surveillance
> performance:
> http://blog.manifesto21.com.br/2010/04/06/panopticon-performance-way/
>
> Cheers!
> Milena
> :)
>
> --
> MANIFESTO21.TV: THE AUDIOVISUAL RHETORIC SITUATIONS
> [ spectacle+surveillance=consumption >> http://manifesto21.com.br/ ]
>




--
MANIFESTO21.TV: THE AUDIOVISUAL RHETORIC SITUATIONS
[ spectacle+surveillance=consumption >> http://manifesto21.com.br/ ]

Thursday, 28 January 2010

about my angle

Correspondência intensa com Manu Luskch sobre o foco do meu trabalho.
Manu provoca com algumas questões após ler a proposta que eu e Dani enviamos a Leipzig.
No debate me vi de certa forma seduzida pelo aparato da vídeo-vigilância...
o desejo e o fetiche
(talvez pelo projeto para a Forum mais ainda ... ou a câmera axis que produz imagens térmicas cujo video promocional pode ser visto no final desta postagem)
O fato é que, em minha prática artística, estou cada vez mais desenhando e projetando estes sistemas - e não necessariamente me colocando criticamente diante deles...

No artigo que proponho ao Mexico
faço uma análise crítica de como os CFTV's são utilizados no RJ não como uma prática de controle social exercido por um Estado de maneira uniforme com todos os cidadãos (caso de Londres), mas como se adequa a interesses de diferentes discursos securitários - Policia, Milicia, Traficantes, Classes Média e Alta.

Desafio: realizar um trabalho artístico / crítico a partir desta reflexão teórica?

Saturday, 24 October 2009

reflexões corte-seco

Relações possíveis entre pessoas e imagens:
Em dados momentos do espetáculo esta relação é explícita e diretamente evocada pelo elenco:
Tereza/Leo/Paulo.
Tereza/Du/Dani .
Saídas, entradas e cenas extra/campo.
A imagem é apontada pelos personagens/atores, e literalmente descrita.
Como ultrapassar a descrição? Como mudar esta relação e adicionar um comentário, fissura, divergência? Como narrar/ interiorizar/ dialogar ...
Branca
Felipe
Felipe e Paulo
Tereza
Dani/Felipe
Du e Branca
Estelinha e Cris
A presença da imagem em cena: o viewpoint tem que chegar nas telas. Há um ruído quando o jogo se estabelece no palco, entre os atores e as cadeiras, mas os monitores permanecem ali, apenas como um papel de parede. Sofro.
Introduzir a tela fora do ar (a tela branca) a interrupção, a falha, a ausência, a negação.
As imagens são puro risco. Não temer o risco nas imagens. O que escapa nas imagens. As imagens como o que escapa e não como o que se apreende! (Renata tentando entrar, funcionários do teatro que vêm e vão, reações do público)
Excelente: quando se empurram os totens e as telas se reconfiguram no espaço, de lado, de costas, resistindo ao olhar, tratadas em sua materialiade e não somente em sua 'janela para outro espaço(tempo?)', elas tornam-se autônomas, ganham um valor em si, isto também é ótimo.
A imagem ob-scena (fora da cena) x a imagem no proscenio.
Grande qualidade do espetáculo: imprevisibilidade. uma dramaturgia onde podemos ir para qualquer direção a qualquer momento. O espectador é pego pelo que há de enigma, e não pelo que há de clareza. Bom isso. Códigos abertos. Desdobrados.
Para lembrar Debord: na sociedade do espetáculo as relações entre as pessoas são mediadas por imagens.

Tuesday, 6 October 2009

next stop

Evento promovido pelo Atelier da Imagem este mês ocupa o Cine Glória por 04 dias. Participo de um debate coordenado pelo Cezar no dia 28, às 19h, cf. programação abaixo. Vou aproveitar para testar algumas das idéias desenvolvidas para o projeto de doutorado.

DIA 28 – RUMOS DE LINGUAGENS E INTERAÇÃO DE SUPORTES

Quando a convergência e a interação de linguagens e suportes apresentam-se como um fenômeno praticamente inevitável, diferenças entre questões de ordem semântica e técnica tornam-se cada vez mais tênues. O advento da tecnologia digital possibilitou o rompimento de limites de linguagem antes impostos pelo mundo ótico, alforriando a criatividade do realizador e transformando o processo de realização técnica em um evento de importância semântica - ou seja, o que se quer dizer está cada vez mais condicionado a um processo de escolha de como dizer. Além da interação cinema, vídeo, fotografia, música e artes plásticas, recentemente vemos as artes cênicas incorporando dispositivos imagéticos e tecnológicos na concepção cenográfica dos espetáculos. Pensar em arte, hoje, significa passear livremente por um terreno híbrido de possibilidades, criar novas e bem-sucedidas parcerias e extrapolar os limites até então estabelecidos na arte moderna.

TARDE (16H)

MOSTRA AUDIOVISUAL: FILMES DISPOSITIVOS
Curadoria e apresentação: Cezar Migliorin

O dispositivo é a introdução de linhas ativadoras em um universo escolhido. O dispositivo pressupõe duas linhas complementares: uma de extremo controle, regras, limites, recortes e outra de absoluta abertura, dependente da ação dos atores e de suas interconexões. Como inventar regras e situações para que o inesperado apareça? Como lidar com as forças do acaso? Apresentaremos obras fundadoras da experiência com a estrutura da forma, como Serene Velocity (1970), de Ernie Gehr e Walking in a Exaggerated Manner (1967-68), de Bruce Nauman, a despretensão e a "disciplina da cachaça" do vídeo de Geraldo Anhaia Mello, A Situação (1978), até o contemporâneo Rua de Mão Dupla, de Cao Guimarães.

NOITE (19H)
DEBATE RUMOS DE LINGUAGENS E INTERAÇÃO DE SUPORTES com Muti Randolph, Cao Guimarães e Paola Barreto

Mediação: Cezar Migliorin

CAO GUIMARÃES
Premiado cineasta e conceituado artista plástico, desde o fim dos anos 80 exibe seus trabalhos em diferentes museus e galerias nacionais e internacionais. Participou de bienais em SP e no México, tem obras adquiridas por importantes coleções como Tate Modern, Guggenheim Museum, MoMa-NY, entre outros.

CEZAR MIGLIORIN
Pesquisador e ensaísta. Professor adjunto do Departamento de Cinema e Vídeo da UFF. Membro do Programa de Pós-graduação em Comunicação da UFF. Doutor pela ECO-UFRJ / Sorbonne Nouvelle, Paris III.

MUTI RANDOLPH
Pioneiro no Brasil na utilização de computadores como ferramenta (e suporte) para artes visuais, trabalha desde 1989 com produção de imagens para publicidade, projetos comerciais de design, ilustração, cenografia e mais recentemente arquitetura de ambientes e design 3D. Tem grande interesse em musica e tecnologia e explora em seus trabalhos a relação entre música, luz e espaço. (www.muti.cx)

PAOLA BARRETO
Cineasta, pesquisadora e professora. Premiada no Brasil, Alemanha e Argentina, exibiu seus filmes no ICA de Londres, na Cinemateca alemã de Berlim, e em Festivais no Japão, Canadá e Cuba. Mestre em Comunicação pela UFRJ, vive e trabalha no Rio de Janeiro.

Tuesday, 8 September 2009

transitoriedade

a prática de cinema ao vivo tem a ver com um estudo do corpo – tem a ver com a presença do corpo no espaço, com seus deslocamentos ou permanências (VP)
características constitutivas:
Transitoriedade
Instabilidade

o filme é o pensamento de um lugar (a imagem de um lugar ) uma arquitetura, uma forma. (espacialidade)

mito das origens - estereótipos

Sunday, 26 July 2009

back to origins

este blog volta ao seu idioma original de pesquisa e descobertas predominantemente en portuguais.
in english

Friday, 10 July 2009

smile, you're on tape

Google Street View started photographing some brazilian cities last week.
They announced their association with FIAT, that equiped dozens of cars with a camera dispositif to make the panoramas. I have seen no discussions nor debate around it.
I was planning to introduce some fiction on their documentation, following the idea proposed by the artists of a street with a view, and I talked to Enrique Diaz to stage something in Laranjeiras, Rua General Glicerio, where he lives with Mariana and lots of friends, artists, photographers, etc. He was not sure if he wanted to associate with Google, why should he? He said he has a feeling - and this is something difficult to translate - "de colocar azeitona na empada do google".
Why should we play for them? Are we going to be paid for that?
Well, before we could develop our considerations Fernanda Bruno got a hot contact telling that they're not interested in incorporating performances in their pages. They want to take pictures of the places "as they normally are".
But what is normallity? Is there any possibility of portraiting it? The act of portrating something means that something special is going on? What is special?
Well...

Thursday, 2 July 2009

work in progress

composition for cctv during dance on focus festival - rio de janeiro 2009
workshop by paola barreto

the workshop will take place on the second weekend of july

first i will present a selection of different works on video, performance, film, theater and dance that explores surveillance images through different art dispositifs (luksch, teran, viola, nauman, calle, graham, paik, etc.) the idea is to place my proposal in a context of contemporary art and academic discussion.

on the second half, we will organize the ideas and concepts raised during the analisys of the works presented: insecurity, fear, terrosism, melancholia, voyeurism, attention, suspicion, stereotypes, curiosity, doubt, fact&fiction and others (i need some time to organize it better, hope i'll get it in paraty!)

on the second day of the workshop we we will develop a partiture and a grammar of moves, actions and behaviors over wich we could develop a choreography for spaces under surveillance.

horizon is more clear. (i hope)

Thursday, 25 June 2009

différence et répétition

rigorous preparation
to became ready
to embrace
chance

Sunday, 21 June 2009

Live Cinema and me

My friend, Producer and Director Marcia Derraik, just sent me a link to a Live Cinema discussion panel that took place in BCN 3 years ago, organized by curator and artist Solu.
I've read some of the texts included on the excellent publication made by the event, and there are some real good issues on realtime creation, and how audiovisual composition is an idea already present in the beginning of the cinema with the work of russians Eisenstein, Kuleshov, Vertov, Pudovkin.
But in the other hand, I am not sure if I would define Live Cinema as an non-narrative form of art. What I intend to do is exactly force the limits os what is narrative and what is not, what is a supposed "objective" narration and a subjective understanding of a scene (and here I approach with the deleuzian comprehension of an organic regime x cristaline regime) Other point: in their definition, theater is not included in the disciplines mixed by Live Cinema artists, and for me it is crucial.

Saturday, 20 June 2009

octobre? novembre?

Task: organize something like a week workshop with local people and make our presentation as a collaboration with them, as a result of this workshop.
In our previous presentations in Brazil we worked with collaborators creating scenes and interacting with "real" passers.
It would be very rich to develop something together with local people.
In July I am going to give a 2 day workshop to dancers here in Rio, on the subject of using surveillance cameras to create dance spectacles.
I think I can test some ideas with them... It will be the first time I will work with people I do not know in advance.

Technically we have to do some tests on the best CFTV instalation. We'd like to work with microphones too.

Tuesday, 2 June 2009

Minicurso

Composição para Circuito de Vídeo-Vigilância - Paola Barreto (RJ)
Local: Espaço SESC (Sala de Dança)
11 e 12/07, das 14h às 18h

Nesta oficina apresentamos um recorte da produção de artistas contemporâneos que utlizam imagens de câmeras de vigilância na criação de espetáculos de dança, cinema, teatro e performance. A partir da análise crítica desta produção desenvolvemos uma estética e uma poética da dança em espaços vigiados, buscando novas formas de observação de si, do outro e dos comportamentos coletivos.

Paola Barreto é Mestre em Comunicação e Cultura pela UFRJ. Diretora de filmes, vídeos e performances apresentados no Brasil e no exterior, desenvolveu com o músico David Cole o espetáculo de cinema ao vivo “Cabine de Pensamentos”, realizado, em 2008, na Caixa Cultural, no Teatro Gláucio Gil e no Circo Voador.

Tuesday, 24 February 2009

Fotonovela

Axis Communications, empresa líder no mercado de video vigilância mundial com atuação em 20 países promoveu recentemente um concurso de fotografias como parte das comemorações pelos seus 25 anos de existência. Pelo site da empresa somos informados dos critérios do concurso: to find high quality pictures from real life scenarios. The competition was fierce and we are proud to present the winners in the categories of “Retail” and “Axis network camera mounted in challenging environment.”

Publico abaixo a sequência vencera da categoria "retail". Quem quiser conferir a foto vencedora na outra categoria, segue o link.

Retail
Winner: Michael Lai, Camille Lucie Perth, Australia

Photo series taken by: AXIS 212 PTZ Network Camera

15:39 Guy in blue shirts steals a ring, while guy in black shirt distracts staff.







15:40 Staff is aware that the ring is missing and asks the guy in blue shirt for the ring.






15:41 Staff is reviewing footage while the guy in blue places the ring next to a display box.






15:42 Guy in black shirt takes the ring from display box from the blue guy.







15:43 Guy in black shirt puts back ring in original place.






15:43 Staff has seen the ring put back in place and have told the men to leave before she calls the police and are banned from the store.

Na galeria de imagens da Axis há uma página dedicada as webcams instaladas pela empresa mundo afora. Eu adoro.
As imagens do genial surveillance Screensaver (
Michael Zoellner) vêm dos sistemas operados pela Axis.