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Sunday, 25 December 2011

Arremate

O Edital mais interessante dos últimos tempos: Nuvem em Mauá.
Imperdjével! Inscrições para artistas residentes só até 02/01/12

Friday, 25 November 2011

Tá tudo bem



#1
Câmara escura, madeira e brim, 3m x 5m x3m, projeção, sistema de videotracking, banco de imagens (45 min.)

No interior da Caixa, quando não há ninguém, uma cena acontece. Mas se o sistema detecta a presença de alguém no corredor de acesso, a cena se altera.

Caso seja possível entrar sem se fazer notar a cena continuará a mesma?

Visitação
Foyer do Teatro Glauce Rocha, 25 a 30/11
15h às 21h

Friday, 4 November 2011

Gentil Vizinhança

Lindo o trabalho da Alessandra Bergamaschi que inspira nossa Gentil Correspondência.
Como disse o Marcio Botner, a contaminação da arte se dá a partir da vizinhança!

Caros Vizinhos,

A Galeria A Gentil Carioca lá, em parceria com o Festival Internacional de Curtas Metragens do Rio de Janeiro, Curta Cinema, está promovendo a exposição Curta Gentil, composta por trabalhos de video arte de artistas contemporâneos.

Desde o dia 28 de outubro estamos projetando em grande formato no espaço externo da Galeria, ocupando a parede vizinha ao nosso prédio na Avenida Epitácio Pessoa com uma seleção de trabalhos que expressam a tênue fronteira entre o audiovisual e as artes plásticas.

Dia 06 de novembro, domingo próximo, é o último dia de nossa mostra, e gostaríamos de convidá-los para a sessão de encerramento, seja em nosso terraço que fica acima do Bar Lagoa, ou mesmo da sacada de seus apartamentos, que como alguns já perceberam, possuem vista privilegiada para o paredão que está servindo como um cinema a céu aberto.

Pensando a arte como forma de expressão que não se restringe ao espaço institucional da galeria, mas que pode intervir da cidade, promovendo novos modos de habitar e desfrutar da paisagem, esperamos contar com a vossa gentil visitação.

Atenciosamente

A Gentil Carioca lá Curta Cinema


Thursday, 19 May 2011

18/05

introdução : outros cinemas : instalação - performance - intervenção
o dispositivo clássico : câmara escura, ótica geométrica, perspectiva central
tópicos
1.1. A dimensão arquitetural do cinema e o aspecto escultural da luz: projeção, tela, imagem.
1.2. O lugar do espectador, o espaço de projeção e o suporte de projeção.
1.3. A performatividade do ato cinematográfico: o filme como acontecimento.
1.4. O filme fora da tela: o cinema como ato social e político.
1.5 Nossas respostas a estas questões
instalação
Sala escura.
Espectador imóvel (passivo?)
Projetor atrás e tela na frente.
Herança do palco italiano : 4ª. Parede
Espaço tempo newtoniano – contiguidade continuidade. Base da linguagem. É isso?
decomposição do movimento
decomposição do tempo
espectador/ obra
Escala: portabilidade x monumentalidade.
Oferta: escassez x excesso
Regime: visibilidade x invisibilidade
Esfera: pública x privada.
Experiência: coletiva x individual

corpo
uma imagem que não é organizada pela visão, mas produzida por um corpo.
(a mão que pinta em merleau-ponty; o action painting de pollock)
convocar os outros sentidos; falar de uma visualidade tátil, corpórea; e assim problematizar a mecanização da visão e a produção de subjetividade a partir do ponto de vista
projeção trompe-oeil
Peter Campus
Bill Viola

chaves
O discurso da opacidade e da transparencia se volta para a materialidade do suporte
Imagem como paisagem em lugar de representação - ela não descreve mas 'abre' - abertura, clareira (uma imagem onde se pode habitar)
Imagem como 'campo' em lugar de ponto de vista - imanência em lugar de transcendência - pensar a moldura , e não o "conteúdo" da imagem; a intensidade a partir da extensão; a materialidade da imagem;
Espaços de habitação de troca – neste sentido arte política que pensa o comum – verdadeiro sentido da estética
Retrabalhar estruturas
Repensar a ambientação/ apresentacão da imagem - espacialização/ arquitetura.
Ambientação sonora e cenográfica

Arte Relacional
Lozano-Hemmer
Olafur Eliasson

Bases
Arte e Vida. Estética relacional.
Representacão x apropriação > criação > ressignificação
Implodir o cubo branco – a caixa preta – a câmara escura.
De que é feito o cinema? Uma pergunta que se estende de sua natureza maquínica, arquitetural, física, até os agenciamentos que põe em marcha nos espaços em que acontece
Máquina de decomposição do movimento/tempo
Percepcão?
Captação/ Registro como ruído
Interferência
Tempestades de imagens

Performance
Celebrar a dúvida e a instabilidade com relacão às fronteiras entre suportes e categorias artes plásticas/ cinema/ instalação
Pensar o espaço de projeção como um espaço de criação – experiência e experimentação
O olhar como um ato complexo
Perturbar as coordenadas da experiência sensível do mundo

Space is process
reconfigurar nossa relação com o espaço
fazer diferença
não tanto como fazemos mas porque fazemos
response hability
agenciando com a cidade
como se cria um espaço público - o quê significa público
Coletivo?
o espaço não é um container onde se podem colocar coisas dentro


textos ref:
DUGUET, Anne-Marie. Dispositivos. In: MACIEL, Katia. Transcinemas. Rio de Janeiro: Contra Capa, 2009.
BOISSIER, Jean-Louis. A imagem-relação In: MACIEL, Katia. Transcinemas. Rio de Janeiro: Contra Capa, 2009.

Sunday, 15 May 2011

Outros cinemas: instalação, performance, intervenção


Oficina prática e teórica que propõe o cruzamento entre linguagens, explorando novas formas e arquiteturas para o audiovisual

A partir da análise de uma seleção de trabalhos de cineastas e artistas contemporâneos o curso apresenta uma nova abordagem para a experiência audiovisual além do dispositivo clássico da sala escura de projeção.
Ao longo do curso o grupo será orientado no desenvolvimento de criações próprias, que respondam aos conceitos levantados e interpretem ferramentas como vídeo instalação, performance e intervenção, explorando formas pictóricas e escultóricas que colocam em cena o próprio cinema.

08 encontros – 1 vez por semana às 4a.s feiras - informações - http://www.escoladarcyribeiro.org.br/




Ementa

18/05 – 1. Introdução. Apresentação da proposta do curso. Exibição de trabalhos de diferentes períodos da historia do cinema e das artes visuais que contribuem para a reflexão sobre o cruzamento entre os campos da produção de imagens na instalação, na performance e na intervenção.
1.1. A dimensão arquitetural do cinema e o aspecto escultural da luz: projeção, tela, monitor.
1.2. O lugar do espectador, o espaço de projeção e o suporte de projeção.
1.3. A performatividade do ato cinematográfico: o filme como acontecimento.
1.4. O filme fora da tela: o cinema como ato social e político.

25/05 – 2. Poéticas do espaço Experimentando a arquitetura da projeção – o filme-objeto e a materialidade do suporte. Mudanças na percepção do espaço a partir da relação com filmes/vídeos. Circuito de vídeo e espacialização do olhar. (Chris Marker, Agnes Varga, Douglas Gordon, Dan Graham, Bil Viola, Bruce Nauman etc)

01/06 – 3. Corpo e presença Performance e cinema: construção do filme a partir da presença do espectador-ator-autor : embaralhamento e troca de papeis. Estudos do corpo. Cinema e cena: dança, teatro. Riscos do acaso. (Neville de Almeida, Helio Oiticica, Cao Guimarães, Bruno Vianna, Christianne Jatahy etc)

08/06 – 4. Observação, ocupação, significação. Intervenção em espaços públicos e privados. Videomapping, projeções em larga escala, projeções em lugares precários. Projeções de filmes/ videos como formas de territorialização. (Rafael Lozano-Hemmer, Lucas Bambozzi, Michele Teran etc)

15/06 – 5. Prática. Propostas dos alunos para ocupação da escola e entorno a partir das estratégias estudadas. Mapeamento do espaço com câmeras. Cartografias. Divisão por grupos de trabalho.

22/06 – 6. Prática. Captações, testes e preparação dos projetos. Edição de materiais (possivelmente em dia extra)

29/06 – 7. Prática. Montagem e Apresentação pública dos projetos.

06/06 – 8. Conclusão. Avaliação/ revisão do processo.

Bibliografia básica:
BAMBOZZI, Lucas (Org). Mediação, tecnologia e espaço público: panorama crítico da arte em mídias móveis. São Paulo: Conrad Editora do Brasil, 2010.
BOGART, Anne. A Director prepares: seven essays on art and theatre. London: Routledge, 2001.
DUBOIS, Philippe. Cinema, vídeo, Godard. São Paulo: Cosac Naify, 2004.
DUGUET, Anne Marie. Déjouer l’image: créations électroniques et numériques.
Paris: CNAP et Éditions Jacqueline Chambon, 2002.
MACIEL, Kátia (Org) Transcinemas. Rio de Janeiro: Contra Capa Livraria, 2009.
MACHADO, Arlindo. Pré-Cinemas & Pós-Cinemas. Campinas : Papirus, 1997.
RUSH, Michel. Novas mídias na arte conteporânea. São Paulo: Martins Fontes, 2006
YOUNGBLODD, Gene. Expanded Cinema. NY: E.P. Dutton & CO., Inc, 1970

Thursday, 18 February 2010

my monster

sonhando com esta máquina, capaz de gravar as imagens de 20 câmeras, e tocá-las de formas múltiplas, indeterminadas, quaisquer. esta máquina que pudesse sincronizá-las, ou dessincronizá-las, esta máquina que me fizesse isso tudo em tempo real - ou quase, vá-la.
(o delay está sempre ali a espreita. there is no real time possible!)
esta máquina que tudo fizesse sem prejuízo a resolução, esta máquina que gravasse arquivos de 720x480, esta máquina que gravasse a 30fps, esta máquina que intercambiasse as janelas de exibição, este polvo imenso, cheio de tentáculos, que desse play, stop, rec assim!se tivesse mais tempo, poderia criar esta máquina (eu visitei o BBB, eu visitei a SCC, cada um com seu tipo de máquina). mas, sem tempo, splitei cabos e fiz uma trapizonga, uma gambiarra louca e linda - e gigante.

montanha a escalar : redes de video, visão computacional, engenharia de telecomunicaçãoes. onde: VisionLab PUC e IMPA

Tuesday, 6 October 2009

next stop

Evento promovido pelo Atelier da Imagem este mês ocupa o Cine Glória por 04 dias. Participo de um debate coordenado pelo Cezar no dia 28, às 19h, cf. programação abaixo. Vou aproveitar para testar algumas das idéias desenvolvidas para o projeto de doutorado.

DIA 28 – RUMOS DE LINGUAGENS E INTERAÇÃO DE SUPORTES

Quando a convergência e a interação de linguagens e suportes apresentam-se como um fenômeno praticamente inevitável, diferenças entre questões de ordem semântica e técnica tornam-se cada vez mais tênues. O advento da tecnologia digital possibilitou o rompimento de limites de linguagem antes impostos pelo mundo ótico, alforriando a criatividade do realizador e transformando o processo de realização técnica em um evento de importância semântica - ou seja, o que se quer dizer está cada vez mais condicionado a um processo de escolha de como dizer. Além da interação cinema, vídeo, fotografia, música e artes plásticas, recentemente vemos as artes cênicas incorporando dispositivos imagéticos e tecnológicos na concepção cenográfica dos espetáculos. Pensar em arte, hoje, significa passear livremente por um terreno híbrido de possibilidades, criar novas e bem-sucedidas parcerias e extrapolar os limites até então estabelecidos na arte moderna.

TARDE (16H)

MOSTRA AUDIOVISUAL: FILMES DISPOSITIVOS
Curadoria e apresentação: Cezar Migliorin

O dispositivo é a introdução de linhas ativadoras em um universo escolhido. O dispositivo pressupõe duas linhas complementares: uma de extremo controle, regras, limites, recortes e outra de absoluta abertura, dependente da ação dos atores e de suas interconexões. Como inventar regras e situações para que o inesperado apareça? Como lidar com as forças do acaso? Apresentaremos obras fundadoras da experiência com a estrutura da forma, como Serene Velocity (1970), de Ernie Gehr e Walking in a Exaggerated Manner (1967-68), de Bruce Nauman, a despretensão e a "disciplina da cachaça" do vídeo de Geraldo Anhaia Mello, A Situação (1978), até o contemporâneo Rua de Mão Dupla, de Cao Guimarães.

NOITE (19H)
DEBATE RUMOS DE LINGUAGENS E INTERAÇÃO DE SUPORTES com Muti Randolph, Cao Guimarães e Paola Barreto

Mediação: Cezar Migliorin

CAO GUIMARÃES
Premiado cineasta e conceituado artista plástico, desde o fim dos anos 80 exibe seus trabalhos em diferentes museus e galerias nacionais e internacionais. Participou de bienais em SP e no México, tem obras adquiridas por importantes coleções como Tate Modern, Guggenheim Museum, MoMa-NY, entre outros.

CEZAR MIGLIORIN
Pesquisador e ensaísta. Professor adjunto do Departamento de Cinema e Vídeo da UFF. Membro do Programa de Pós-graduação em Comunicação da UFF. Doutor pela ECO-UFRJ / Sorbonne Nouvelle, Paris III.

MUTI RANDOLPH
Pioneiro no Brasil na utilização de computadores como ferramenta (e suporte) para artes visuais, trabalha desde 1989 com produção de imagens para publicidade, projetos comerciais de design, ilustração, cenografia e mais recentemente arquitetura de ambientes e design 3D. Tem grande interesse em musica e tecnologia e explora em seus trabalhos a relação entre música, luz e espaço. (www.muti.cx)

PAOLA BARRETO
Cineasta, pesquisadora e professora. Premiada no Brasil, Alemanha e Argentina, exibiu seus filmes no ICA de Londres, na Cinemateca alemã de Berlim, e em Festivais no Japão, Canadá e Cuba. Mestre em Comunicação pela UFRJ, vive e trabalha no Rio de Janeiro.

Tuesday, 28 July 2009

dossier


preparando candidaturas múltiplas, moldando a massa.

Monday, 27 July 2009

conversações

uma idéia a ser desenvolvida:
o contexto brasileiro e latinoamericano de controle e vigilância.

chaves:
as formas arcaicas de coronelismo.
a cultura escravocrata que governa em benefício próprio.
as diferenças de experiência de cidadania.
diferenças com relação a classe e ao status social.