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Friday, 12 August 2011

laboratório de vídeo


brunov y paoleb

pesquisa

PENSAR CINEMA

FORMATOS

SUPORTES

LINGUAGEM – ESTRUTURA – ARQUITETURA

04 AULAS

REFERENCIAS

brunov .MOV PIPA

paoleb .MOV COREOG

OFICINA TÉCNICA DE CAPTAÇÃO E EDIÇÃO

brunov .MOV RESSACA
AULA DE VIDEO EXPANDIDO/ PROGRAMACAO

AULA PROJETO FINAL > COMENTAR PROJETOS

ARG

Saturday, 21 November 2009

A partilha das imagens:

Arte, visualidade e filosofia com Marie-José Mondzain

A Universidade Federal do Rio de Janeiro convida para um encontro com a filósofa francesa e historiadora da arte Marie-José Mondzain, através de duas conferências que serão realizadas nos dias 24 e 25 de novembro, entre 19:00 e 22:00h, na Central de Produção Multimídia (CPM) do campus da Praia Vermelha.

Marie-José Mondzain é professora da École des Hautes Études em Sciences Sociales (EHESC), diretora de pesquisa do CNRS (espécie de CNPq da França), membro do Conselho Científico do Collège International de Philosophie e diretora do grupo de pesquisas “Observatório das Imagens Contemporâneas”, onde colabora regularmente com realizadores de cinema, vídeo, diretores de teatro, artistas de circo e do campo da fotografia. Considerada um dos nomes mais respeitados dos estudos sobre a visualidade, Mondzain possui uma obra refinada, baseada em uma filosofia das imagens, que tem sido cada vez mais explorada pelos campos da arte, da filosofia e dos estudos de mídia. Passando por discussões que vão desde a iconofilia e a iconoclastia no império bizantino, aos recentes tratamentos das imagens pela mídia, pelo cinema e pelas novas tecnologias, o instigante trabalho de Marie-José Mondzain propõe identificar efeitos de continuidade e ruptura na administração das visibilidades, examinando suas diversas etapas desde a antigüidade até a atualidade.

As reflexões de Marie-José Mondzain tornaram-se fundamentais para todos aqueles que se propõem a pensar e debater o estatuto político e filosófico da imagem, do espectador e do espetáculo no mundo contemporâneo. Na primeira conferência Mondzain fará uma síntese de seu trabalho, esclarecendo os elementos principais que atravessam sua filosofia das imagens. Na segunda conferência, a filósofa fará uma discussão sobre arte, imagem e poder a partir de uma análise do filme “Das Stahltier” (O Animal), dirigido em 1936 por Willy Zielke, um dos fotógrafos mais conhecidos do cinema do expressionismo alemão e assistente de câmera de Leni Riefenstahl. Este raro filme de 71 min, dotado de uma sofisticada linguagem vanguardista, produzido na Alemanha nazista e proibido por Joseph Goebbels, será exibido antes da conferência, às 18:00h.

Inscrições: artefissil@gmail.com
O encontro é gratuito e os certificados serão emitidos para aqueles que comparecem nas duas conferências.
Haverá tradução nas duas conferências
Endereço : Av. Pasteur, 250 - fundos - Praia Vermelha - Rio de Janeiro / RJ

Realização:
Escola de Belas Artes e Programa de Pós-Graduação em Artes Visuais (EBA/UFRJ)
Escola de Comunicação e Programa de Pós-Graduação em Comunicação e Cultura (ECO/UFRJ)
Instituto de Filosofia e Ciências Sociais e Programa de Pós-Graduação em Filosofia (IFCS/UFRJ)

Organização

Fernanda Bruno (ECO)

Tadeu Capistrano (EBA)
Frederico Carvalho (EBA)
Fernando Santoro (IFCS)

Friday, 3 April 2009

Apresentação

Apresentação de Dissertação de Mestrado
dia 06/05/09 as 15hs
sala 142

Título:

Composição para circuito de vídeo-vigilância:

Do circuito fechado de televisão às redes abertas do cinema ao vivo

LEBLANC, Paola Barreto

Banca Examinadora:

Profª. Drª. Fernanda Glória Bruno – Orientadora
Doutora em Comunicação e Cultura (UFRJ), ECO/UFRJ

Prof. Dr. João Luiz Vieira
Doutor em Cinema Studies (New York University), UFF

Profª. Drª. Andrea França
Doutora em Comunicação e Cultura (UFRJ), PUC


Resumo

Os circuitos de vídeo-vigilância são uma presença cada vez mais comum e naturalizada nos espaços públicos, semi-públicos e privados nas cidades. Sua implantação e disseminação baseiam-se em uma retórica de combate ao crime e à insegurança, que produz, a um só tempo, controle e normatizacão dos espaços vigiados. Este fenômeno, guardadas as devidas proporções, é global, e pode ser observado em diversos países ao redor do mundo.
Com esta investigação, que discute possibilidades de apropriação artística dos circuitos de vídeo-vigilância, discutimos não apenas liberdades civis e direito à privacidade, questões sempre em jogo quando o tema da sociedade de controle se impõe, mas também e sobretudo como se dá a construção simbólica do espaço comum, do imaginário social e da função política da imagem, em um mundo cada vez mais midiatizado.

Thursday, 12 March 2009

assino embaixo

Bastante feliz em ter encontrado estes textos de Jean-Louis Comolli, a quem tive a oportunidade de assistir em debate no Festival Recine há alguns anos atrás.

"Le spectateur postulé par le direct est un spectateur ouvert à toutes le vicissitudes non seulement du récit mais du cours même de la répresentation. Spectateur suspendu aussi bien à la permanente attente d'une toujours possible interruption, panne ou accident, qu'a l'interminable prolongation du jeu par abondance ou, à l'inverse, manque de rebondissements. L'effet de réel joue dans les deux directions. Reversibilité du direct. Le modèle de cette forme ouverte de la représentation reste la corrida: une scène, un public, des acteurs, du rituel, et pourtant chaque seconde reste offerte à l'aléa, tout peut à tout moment verser dans l'accident ou la mort, ou bien s'étirer dans l'ennui sans fin d'une course manquée.
Autant que l'experience de la fatigue et de la mort, le direct inscrit le battement du plein et du vide. Toute sa magie réside dans cette suspension. Règne de l'incertitude. Mettre en scène c'est ici mettre les corps en attente et le temps en suspens. Celui qui voit le film, comme celui qui le cadre et celui qui est cadré sont dans une suspension du sens qui se traduit - et c'est là l'effet de présence du direct - par une insistance des affects. Transcrire le vivant fusionnel par la fusion entre une machine et des corps. Ce temps suspendu est celui de la jouissance."

Saturday, 7 February 2009

outro


dani
lima enviou link do trabalho de stanza
mais um dentre os tantos artistas trabalhando com cctv
well...
o que pode se destaca nesta seara de artworks???

fiquei pensando até que ponto as composições para circuito de vigilância são interessantes, estimulantes, marcam uma diferença. porque não é só about voyeurism, mas também sobre construção de sentido a partir de imagens, sobre valor de real na imagem, und so weiter und sofort. aguardando para saber a opinião do é tudo verdade.

Friday, 19 September 2008

fenomenologia

Hoje foi o último encontro para leitura do potente texto "a época das imagens de mundo".
Reproduzo aqui um trecho da nota numero 8 - as notas do texto superam em número de páginas o próprio texto, uma coisa.

"Na sofística grega, todo subjetivismo é impossível, porque aqui o homem nunca pode ser sujeito; ele não pode sequer ser sujeito, pois o ser, aqui é presença e a verdade é desencobrimento. (o grifo é meu)
No desencobrimento ocorre a phantasia, o vir a aparecer do presente enquanto tal para um homem que se apresenta no que aparece. Por sua vez, o homem definido enquanto sujeito da representação é fantasia, isto é, move-se no domínio da imaginatio, conforme seu representar imagina o ente enquanto objetivável no mundo enquanto imagem."

Thursday, 11 September 2008

hupo-keímenon

a imagem do mundo, entendida de modo essencial, não significa uma imagem do mundo, mas o mundo concebido enquanto imagem

Thursday, 10 July 2008

Friday, 18 January 2008

diferença e repetição

Em livre tradução, trechinho da bela entrevista de Michel Serres a Bruno Latour, página 140. Marotamente substituí a palavra "philosophie" pela palavra cinema, pra dialogar com post do Cine Olympia:

"Quero evitar o repetitivo e o reconhecimento pela iteração. Porque esta vontade de se fazer reconhecer a qualquer preço? Todo mal ou parte dele vem daí. Há uma ligação diabólica entre o repetitivo e o reconhecível. O imitável é duas vezes feio, sobretudo em cinema, porque ele é assujeitado."

Em outro texto do Serres, que é sua tese de doutorado sobre Leibniz, ele traça um percurso muito interessante no que ele chama de "segmento semântico que vai da complicação a implicação" com o cuidado de não ir para o caminho natural que tende à aplicação.

Trazendo para nossa discussão de estética cinematográfica, estamos interessados não em filmes que precisam se ex-plicar, nem em maneiras de a-plicar métodos para fazer filmes, mas sim e sobretudo nos interessa im-plicar a audiência na experiência do filme, e deixar assim que a com-plicação, riqueza das dobras (en français plie, daí todas estas palavras derivadas), permaneça na obra.

A foto que segue não tem nada a ver não. É o vulcão Galeras que entrou em erupção na Colômbia. Gostei da sequência e pronto.