Hoje foi o último encontro para leitura do potente texto "a época das imagens de mundo".
Reproduzo aqui um trecho da nota numero 8 - as notas do texto superam em número de páginas o próprio texto, uma coisa.
"Na sofística grega, todo subjetivismo é impossível, porque aqui o homem nunca pode ser sujeito; ele não pode sequer ser sujeito, pois o ser, aqui é presença e a verdade é desencobrimento. (o grifo é meu)
No desencobrimento ocorre a phantasia, o vir a aparecer do presente enquanto tal para um homem que se apresenta no que aparece. Por sua vez, o homem definido enquanto sujeito da representação é fantasia, isto é, move-se no domínio da imaginatio, conforme seu representar imagina o ente enquanto objetivável no mundo enquanto imagem."
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Friday, 19 September 2008
Thursday, 11 September 2008
hupo-keímenon
a imagem do mundo, entendida de modo essencial, não significa uma imagem do mundo, mas o mundo concebido enquanto imagem
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